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31.3.08

António Botto (Se fosses luz)






Se fosses luz serias a mais bela
de quantas há no mundo: - a luz do dia!
- Bendito seja o teu sorriso
que desata a inspiração
da minha fantasia!


Se fosses flor serias o perfume
concentrado e divino que perturba
o sentir de quem nasce para amar!
- Se desejo o teu corpo
é porque tenho dentro de mim
a sede e a vibração de te beijar!


Se fosses água - música da terra,
serias água pura e sempre calma!
- Mas de tudo que possas ser na vida,
só quero, meu amor, que sejas alma!



António Botto




Antes, aqui: Anda, vem / Nunca te foram (+sinopse)

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14.11.06

António Botto (Anda, vem)





Anda vem..., porque te negas,
Carne morena, toda perfume?
Porque te calas,
Porque esmoreces,
Boca vermelha, rosa de lume?


Se a luz do dia
Te cobre de pejo,
Esperemos a noite presos num beijo.


Dá-me o infinito gozo
De contigo adormecer
Devagarinho, sentindo
O aroma e o calor
Da tua carne, meu amor!


E ouve, mancebo alado:
Entrega-te, sê contente!
Nem todo o prazer
Tem vileza ou tem pecado!


Anda, vem!... Dá-me o teu corpo
Em troca dos meus desejos...
Tenho saudades da vida!
Tenho sede dos teus beijos!



António Botto

29.5.06

António Botto (Nunca te foram)





Nunca te foram ao cu
Nem nas perninhas, aposto!
Mas um homem como tu,
Lavadinho, todo nu, gosto!


Sem ter pentelho nenhum
com certeza, não desgosto,
Até gosto!
Mas... gosto mais de fedelhos.


Vou-lhes ao cu
Dou-lhes conselhos,
Enfim… gosto.


António Botto


Fonte (poema) / Mais poemas

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