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6.6.12

António de Almeida Mattos (Só à beira do abismo)





Só à beira do abismo a vida se faz
instante. O tempo corre muito lento.
Na memória do momento o sol promete
um brilho que se teme que arrefeça.
É um aturdimento, quase névoa
por tudo que em esperança se contava.
E depois vem a mão que nos segura.
Pouco a pouco tornamos a correr
à beira-mar e temos horizontes.
Voltamos a sorrir de ser contentes,
acabamos a chorar de gratidão.


António de Almeida Mattos



[Arpose]

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23.4.10

19.3.10

António de Almeida Mattos (Trago nas mãos os frutos)






Trago nas mãos os frutos esquecidos
da terra que lavrei E não encontro
altar ou deus a quem os sacrifique




António de Almeida Mattos

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7.1.10

António de Almeida Mattos (Foi uma flor)










Foi uma flor que rebentou
ou sombra apenas


na terna solidão dos teus poemas?



António de Almeida Mattos

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23.10.09

13.6.08

António de Almeida Mattos (Silêncio)





Silêncio-1 (Eugénio A.)
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Silêncio-2 (M.Quintana)


Silêncio-3 (AndrésEloy)
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Silêncio-4 (A.Mattos)







SILÊNCIO





Eu não te disse ainda que o silêncio
são as palavras voltadas do avesso,
invisíveis apenas na aparência




António de Almeida Mattos

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