que procuro no maio
reescrito
cerejas, manhã de
ervas
húmidas pelos rios de
basto
rio paizela, lírios no
fim do açude
aí entre os lírios o
pai
longe da servidão da
velhice iludia
as trutas: o silvo do
fio retesado, a frágil
cana-da-índia vergada
e trémula
como vara de vedor.
eu atapetava de
hortelã o cesto de vime
morte de peixes do rio
cheira bem.
Francisco
Duarte Mangas
.
