Rua das Pretas

Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)

31.7.23

Federico Gallego Ripoll (Minha sombra)

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MI SOMBRA   Dudó mi sombra y eligió seguirte, ¿qué podía yo hacer sino seguirla a ella? Un hombre sin su sombra poco respeto infunde. N...
29.7.23

Billy Collins (Sem tempo)

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SEM TEMPO     Com pressa na manhã deste dia de trabalho, buzino ao passar veloz pelo cemitério onde os meus pais estão sepultados lado a...
27.7.23

Federico García Lorca (Romance sonâmbulo)

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ROMANCE SONAMBULO   Verde que te quiero verde. Verde viento. Verdes ramas. El barco sobre la mar y el caballo en la montaña. Con la ...
26.7.23

Fabio Morábito (Os cães ladram)

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  Los perros ladran a lo lejos. Junto con ellos soy el único sin sueño en el planeta. Me ladran a mí, despiertos por mi culpa.       Mi...
24.7.23

Manuel António Pina (Carta a Mário Cesariny)

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CARTA A MÁRIO CESARINY NO DIA DA SUA MORTE     Hoje soube-se uma coisa extraordinária, que morreste. Talvez já to tenham dito, embora o ...
22.7.23

Fabián Casas (Música)

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MÚSICA     Mi tía concilia el sueño a los ochenta años escuchando viejas canciones en su radio portátil. En su pieza, en lo oscuro, el é...
21.7.23

Estela Figueroa (Florência sai de casa)

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FLORENCIA SE VA DE CASA Lloré en silencio. Luego en voz alta pero sin lágrimas. Grave error: ante los abandonos no hay que mendigar ...
19.7.23

Rui Pires Cabral (Qual é a tua razão de ser)

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  QUAL É A TUA RAZÃO DE SER?   À vinda do supermercado   diz-me o pequeno monstro que às vezes me faz companhia:   «E qual é a tua ra...
17.7.23

Antonio Gala (Inimigo íntimo)

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ENEMIGO ÍNTIMO   Hay tardes en que todo huele a enebro quemado y a tierra prometida. Tardes en que está cerca el mar y se oye la voz que...
16.7.23

José Agustín Goytisolo (Não tem rosto)

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  NÃO TEM ROSTO   A ingenuidade nunca foi um dom que tivesses. Diante do café e dos jornais do dia, desconfias das palavras que esco...
14.7.23

Billy Collins (Introdução à poesia)

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INTRODUCTION TO POETRY   I ask them to take a poem and hold it up to the light like a color slide or press an ear against its hive. ...
12.7.23

Ernesto Pérez Vallejo (Muitas vezes)

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Muchas veces todavía nos duelen aquellos trenes que pasaron de largo. Y nos quejamos en silencio de nuestra suerte. Otras ya en el interi...
11.7.23

Mario Montalbetti (Objecto e fim do poema)

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OBJETO Y FIN DEL POEMA   Es de noche y tiene que aterrizar antes de que se acabe el combustible. Así terminan todos sus poemas, trata...
9.7.23

Manuel Alegre (As mãos)

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  AS MÃOS Com mãos se faz a paz se faz a guerra. Com mãos tudo se faz e se desfaz. Com mãos se faz o poema – e são de terra. Com mã...
7.7.23

Eloy Sánchez Rosillo (Cheguei, quando)

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Llegué cuando acababa de morir, y era un misterio ver tan de cerca la muerte en aquel cuerpo amado. Aún conservaba el calor de la vida, y pu...
6.7.23

José María Zonta (Não entres como turista)

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No entres como turista en el corazón de una mujer haciendo fotos dejando latas de cerveza buscando sólo catedrales inmensas y estatuas ...
4.7.23

Luís Veiga Leitão (A manhã é uma concha)

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A manhã é uma concha de água azul, onde o sol mergulha e flutua.    Luís Veiga Leitão .
2.7.23

Efraín Huerta (Machadiana)

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MACHADIANA     La Primavera Se ha Venido         Nadie         Sabe         Como         Ha         Sido Efraín Huerta     ...
1.7.23

Antonio Gala (Passa-me hoje o amor)

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Hoy me pasa el amor de parte a parte. Temo encontrarte y no reconocerte. Temo extender la mano y no tocarte. Temo girar los ojos y no ver...
29.6.23

Eduardo Guerra Carneiro (Prefácio a uma homenagem)

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  PREFÁCIO A UMA HOMENAGEM A CESÁRIO VERDE As clarabóias deste lado da cidade acendem-se mais cedo, sinal que alguém projecta o fogo so...
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