Rua das Pretas

Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)

7.1.17

João Guimarães Rosa (A cavalhada)

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Quando, então, trouxeram reunidos todos os animais, estavam ajuntando a cavalhada. Regulava subida manhã, orçado o sol, e eles redond...

Pedro César Alcubilla (Tarde de chuva)

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TARDE DE LLUVIA Somos paraguas rotos bajo una tormenta que nunca acaba. Chocamos unos con otros sin importar el daño que h...
6.1.17

Pedro da Silveira (Calmaria)

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CALMARIA Verão. Dois velhos sentados à Praça. Lembram casos dos tempos das baleias e vêem quem passa. Um vapor que lá vai pe...
5.1.17

Pedro A. González Moreno (Luz nas talhas)

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LUZ NAS TALHAS Havia tanta luz naquele pátio que se podia apanhar em talhas e guardá-la para depois, como água da chuva, para q...
4.1.17

João Guimarães Rosa (Frior, friúme, friagem)

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A mor, bem na descida, avante, branquejavam aqueles grossos de ar, que lubrinam, que corrubiam. Dos marimbus, das Veredas-Mortas. G...

Pablo Neruda (Poema 3 - Ah vastidão de pinhais)

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POEMA 3  (AH VASTEDAD DE PINOS...) Ah vastedad de pinos, rumor de olas quebrándose, lento juego de luces, campana solitaria, cr...
3.1.17

Paulo Leminski (Desencontrários)

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DESENCONTRÁRIOS Mandei a palavra rimar, ela não me obedeceu. Falou em mar, em céu, em rosa, em grego, em silêncio, em prosa. P...
2.1.17

Pablo Casares (Nada mais)

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NADA MAIS Não temos de sentir-nos culpados de todos os horrores que se dão à nossa volta. Não seria justo. Nem lógico. Só p...
1.1.17

João Guimarães Rosa (Os dias ruins)

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Os ruins dias, o castigo do tempo todo ficado, em que falhamos na Coruja, conto malmente. A qualquer narração dessas depõe em falso,...

Óscar Hahn (Pena de morte)

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PENA DE MUERTE Lo peor es despertarse por la mañana pensando que ahora nada puede ser igual y hay que levantarse y ducharse y ...
31.12.16

ÍNDICE DE AUTORES (2005-16)

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A., Ruben ABAD, Begoña ABASS, Umar ACQUARONI, Rosana AGUIAR, Cristóvão AGUIAR, Jorge AGUIRRE, Francisca AGUIRRE, Ma...
30.12.16

René Char (Lettera amorosa)

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LETTERA AMOROSA (*) Nos paroles sont lentes à nous parvenir, comme si elles contenaient, séparées, une sève suffisante pour ...
29.12.16

Adolfo Cueto (Poética)

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POÉTICA Palabras en corrientes subterráneas, subterráneas corrientes respiradas –trabajadas, expresadas: palabras en corri...
28.12.16

Maria Teresa Horta (Partir)

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PARTIR Não sei se te deixei partir Mas num segundo já não estás na minha mão nem à minha frente no papel Ficando e...
27.12.16

Jonio González (Creio como falo)

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CREO COMO HABLO el camino consiste en comprender que si el fuego habita la rama queda un hueco que es el hambre en...
26.12.16

Ruy Belo (Vat 69)

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VAT 69 Era depois da morte herberto helder Ia fazer três anos que morrêramos três anos dia a dia descontados no relógio ...
25.12.16

Oliverio Girondo (Restringido propósito)

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RESTRINGIDO PROPÓSITO Demasiado corpóreo, limitado, compacto. Tendré que abrir los poros y disgregarme un poco. No digo...
24.12.16

João Guimarães Rosa (Ah, eu)

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Aí dele me lembrei, na hora: e esse Hermógenes eu odiasse! Só o denunciar dum rancor – mas como lei minha entranhada, costume quieto...

Octavio Paz (Teus olhos)

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TUS OJOS Tus ojos son la patria del relámpago y de la lágrima, silencio que habla, tempestades sin viento, mar sin olas, pájaro...
23.12.16

Florbela Espanca (Se tu viesses ver-me)

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Se tu viesses ver-me hoje à tardinha, A essa hora dos mágicos cansaços, Quando a noite de manso se avizinha, E me prendesses toda ...
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