Rua das Pretas

Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)

31.5.14

W. B. Yeats (Não dês o coração)

›
NEVER GIVE ALL THE HEART Never give all the heart, for love Will hardly seem worth thinking of To passionate women if it seem ...
30.5.14

Ana Pérez Cañamares (Mãe)

›
I El canturreo de la lavadora me acompaña mientras leo. Mi madre sigue cargando todas las lavadoras. Llegaré con la ropa limpi...
29.5.14

Amalia Bautista (Agora)

›
AHORA Ahora que el camino que debo recorrer es un paso elevado sobre una carretera que da miedo mirar, porque el abismo implaca...
28.5.14

Luís Amaro (Liberdade)

›
LIBERDADE Viver sem alarde, obscuramente, suportar sozinho o peso dos sonhos, fugir do tumulto que os outros impõem turvand...
27.5.14

Alfonso Brezmes (A gramática do amor)

›
LA GRAMÁTICA DEL AMOR Yo lo sé. Tú lo sabes. Nosotros lo sabemos. Ellos no lo saben. Alfonso Brezmes Eu sei, tu sabes...
26.5.14

Fialho de Almeida (Jornais)

›
(JORNAIS) Grande número de jornais, cedendo a um furor de informação mais atiçado pelo amor do lucro, do que investido de propo...

César Fernández Moreno (A condição humana)

›
LA CONDICIÓN HUMANA hay dos caminos hacia nada un camino ordenado otro desordenado las mismas luces en la misma costa un poco...
25.5.14

Natália Correia (O sol nas noites)

›
O SOL NAS NOITES E O LUAR NOS DIAS De amor nada mais resta que um Outubro e quanto mais amada mais desisto: quanto mais tu me de...
24.5.14

Aldo Luis Novelli (Para escrever um poema)

›
PARA ESCRIBIR UN POEMA Hay que bucear en el fondo de la lengua, escuchar la música de las profundidades, observar l...
23.5.14

Fialho de Almeida (A cara dos políticos)

›
(A CARA DOS POLÍTICOS) Porque é singular como as fisionomias da maior parte dos nossos homens políticos depõem desagradavelmente...

Adolfo Casais Monteiro (Realidade)

›
REALIDADE A realidade é apenas uma luz por dentro das coisas. Teia em que se enreda o olhar que traz dentro de si o amor do mun...
22.5.14

Begoña Abad (A altura da minha mãe)

›
LA MEDIDA DE MI MADRE No sé si te lo he dicho: mi madre es pequeña y tiene que ponerse de puntillas para besarme. Hace años...
21.5.14

José Miguel Silva (Desculpas não faltam)

›
(*) DESCULPAS NÃO FALTAM Uma casa junto ao Vouga, rio de água suficiente, onde apenas se mergulha até à cintura, a pequena ho...
20.5.14

Fialho de Almeida (A nossa vida)

›
(A NOSSA VIDA) A nossa vida é tão curta, a nossa miséria tão ínfima, tão desesperada a luta em que nos vamos, que no que se p...

José Luís Peixoto (Morreste-me)

›
Morreste-me. Mas a memória guarda-me o teu cheiro, as tuas mãos e o teu sorriso. Estás em nós e eu estou em ti. Eu jamais seria eu...
19.5.14

Victor Botas (Eu sei que as minhas palavras)

›
Yo sé que mis palabras te parecen cosas sin importancia; te equivocas: perdurarán intactas y el transcurso de los días del tiempo y ...
18.5.14

Pedro da Silveira (Soneto de identidade)

›
SONETO DE IDENTIDADE Chamo-me Pedro, sou Silveira e sou também Mendonça: um tanto duro, como Pedro é pedra; picante agudo assomo...
17.5.14

Vicente Gallego (Será que ninguém estranha?)

›
¿Es que a nadie le extraña lo que sucede aquí? Llegamos sin quererlo; partimos sin querer; sin consultar catálogo cargamos con un ...
16.5.14

Manuel Bandeira (Poema tirado de uma notícia de jornal)

›
POEMA TIRADO DE UMA NOTÍCIA DE JORNAL João Gostoso era carregador de feira-livre e morava no morro da Babilónia num barracão sem...
15.5.14

Vanesa Pérez-Sauquillo (Não é queda)

›
No es caída. Aunque sea tiempo de caída y todo caiga a nuestro alrededor. No es sangre seca aunque en los dedos quede polvo rojo...
‹
›
Página inicial
Ver a versão da Web

Acerca de mim

A minha foto
Albino M.
Ver o meu perfil completo
Com tecnologia do Blogger.