Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)
31.1.14
Max Aub (Questão bizantina)
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CUESTIÓN BIZANTINA La playa ¿es orilla de la mar o de la tierra? Conseja bizantina. La orilla del bosque ¿es su límite o del l...
30.1.14
Um verso (129)
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Um verso de Herberto (e porque não?): Quem anel a anel há-de pôr-me a nu os dedos Herberto Helder .
Luis González Ansorena (Chia a noite)
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(POETAS POR CIUDAD JUAREZ) Chilla la noche desgarrada desde el vientre. Lloran los pechos cortados de la tierra. Se ahoga en s...
29.1.14
Mário Dionísio (Estamos agora em paz)
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(XXV) Estamos agora em paz sabendo simular o esquecimento sentados com os olhos no vento lá de fora atirado para antes de nó...
28.1.14
Jesús Lizano (Preciso carinho)
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NECESITO CARIÑO Fui al médico del cerebro, del alma, los médicos con su uniforme blanco, los curas con su uniforme negro, lo...
27.1.14
Manuel Silva Ramos (Lume nas paredes)
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Durante anos o fressureiro do meu avô causou o terror no Refúgio e arredores com as suas facas reluzentes de matar porcinos. Quando ...
Luis Cernuda (Amo-te)
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TE QUIERO Te quiero. Te lo he dicho con el viento jugueteando tal un animalillo en la arena o iracundo como órgano tempestuoso...
26.1.14
Luís Filipe Parrado (Comer uma laranja)
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COMER UMA LARANJA Comer uma laranja é como ingerir o próprio sol, com a boca cheia de luz não há portanto espaço para palavra...
25.1.14
Mariano Crespo (Dilema)
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DILEMA Hay una edad imprecisa en que tienes que elegir entre regocijarte en tu madurez o beber amargura por las señales del oc...
24.1.14
Um verso (128)
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Um verso de Herberto (pensando em silêncio): Somente o meu silêncio pensa Herberto Helder .
Alfonso Brezmes (O pacto)
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EL PACTO Si me incendias, no esperes de mí un lenguaje al uso, los desgastados ritos del amor, las consabidas normas, los burd...
23.1.14
Luís de Camões (Sôbolos rios)
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Sôbolos rios que vão por Babilónia, me achei, onde sentado chorei as lembranças de Sião e quanto nela passei. Ali, o rio corrente...
22.1.14
Luis Alberto de Cuenca (A noite branca)
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LA NOCHE BLANCA Cuando la sombra cae, se dilatan tus ojos, se hincha tu pecho joven y tiemblan las aletas de tu nariz, mordidas p...
21.1.14
Manuel Silva Ramos (Um instante)
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Temos que ser retóricos, diante dos pequenos alzheimeres que a vida nos dá. Assim, falar de outra matéria, e forte, e bem, impõe-se ...
Karmelo C. Iribarren (Viver é isto)
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VIVER É ISTO Estamos tão perto um do outro que me vejo reflectido nas suas pupilas. Mas dura pouco. Está já sentada no autocar...
20.1.14
José Miguel Silva (Suicida)
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SUICIDA Quando me lancei fi-lo na convicção de que o meu sofrimento mudaria de dono, ficaria para ela, merecido legado ...
19.1.14
Andrés Trapiello (Testamento)
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TESTAMENTO He muerto ya, paisaje que yo he amado tantas veces aquí, rincón del alma. Una vez más vengo por verte. A un lado, en...
18.1.14
Gloria Fuertes (Mesmo que não morrêssemos)
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Aunque no nos muriéramos al morirnos, le va bien a ese trance la palabra: Muerte. Muerte es que no nos miren los que amamos, m...
16.1.14
José María Parreño (Hei-de enterrar-te num verso)
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Te enterraré en un verso que no he encontrado aún, maniatada con tinta en una zanja escrita a tu medida, en un renglón de abismo ...
15.1.14
Um verso (127)
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Um verso do Assis (com outro de bónus): Os amantes amam: são coisas da primavera. Os poetas consertam-se: são coisas da sua m...
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