Rua das Pretas

Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)

30.11.11

Jaime Gil de Biedma (Não voltarei a ser jovem)

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NO VOLVERÉ A SER JOVEN Que la vida iba en serio uno lo empieza a comprender más tarde - como todos los jóvenes, yo vine a lleva...
29.11.11

Ver (80)

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Indonésia>Cambodja>Vietname [ S. T. ] .

Gsús Bonilla (A vontade de outrem)

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LA VOLUNTAD DE OTRO no entendimos el gesto. había que comer de la palma de su mano. cuidando siempre primero de utilizar lab...
28.11.11

Rosa Alice Branco (Manual de jardinagem)

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MANUAL DE JARDINAGEM É preciso mudar a terra do poema, talvez arranjar um vaso maior e deitar estrume em cada vaso. Ainda ont...
27.11.11

Eloy Sánchez Rosillo (Lembra-te)

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ACUÉRDATE Cuando el azar o la costumbre, dentro de muchos años, de nuevo aqui te traigan, se vives,y la vida sea para titan sólo...
26.11.11

Aquilino Ribeiro (Ainda não nascera o dia)

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Ainda não nascera o sol, mas já as gralhas cirandavam na orla dos giestais e a carriça se via pincharolando de parede para parede, fura...

Joan Brossa (O tempo)

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EL TIEMPO Este verso es el presente. El verso que habéis leído es ya el pasado -ha quedado atrás después de la lectura. El rest...
25.11.11

Nuno Júdice (O silêncio)

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O SILÊNCIO Pego num pedaço de silêncio. Parto-o ao meio, e vejo saírem de dentro dele as palavras que ficaram por dizer. Umas, m...
24.11.11

Chantal Maillard (Não existe o infinito)

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No existe el infinito: el infinito es la sorpresa de los límites. Alguien constata su impotencia y luego la prolonga más allá de la ...
23.11.11

Ver (79)

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Tarragona>Soria>Zamora [ Luis López ] .

Antonio Machado (Quatro coisas tem o homem)

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Cuatro cosas tiene el hombre que no sirven en la mar: ancla, gobernalle y remos, y miedo de naufragar. Antonio Machado Qu...
22.11.11

Carlos Mota de Oliveira (O frio)

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O FRIO O frio na Igrejinha quer lá saber! E ameaça: Não há casa onde não entre! Eu nada digo e adormeço com nove ...
21.11.11

Angel González (Vista cansada)

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VISTA CANSADA No achaques a tu edad este desinterés, la indiferencia -casi desdén- con que hoy miras la vida. No culpes a tus o...
20.11.11

Fialho de Almeida (Vozes)

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Na agitação das populaças que respiram alto, pela noite, entre as flambagens do gás, nos gemidos que os arvoredos soltam, azorragados d...

Ana Pérez Cañamares (Ao deus do imperfeito)

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Al dios de todo lo imperfecto yo le pido que a las gotas de sabiduría que transporto a duras penas en el cuenco de las manos no las ...
19.11.11

José Carlos Barros (Nos países democráticos)

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nos países democráticos a cultura levou a que o futebol e as telenovelas substituíssem as guerras os danos hoje são irrisórios ...
18.11.11

Gioconda Belli (Abandonados)

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ABANDONADOS Tocamos la noche con las manos escurriéndonos la oscuridad entre los dedos, sobándola como la piel de una oveja neg...
17.11.11

Um verso (102)

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Um verso de Casimiro de Brito (um pássaro na mão): O amor é um pássaro cego que nunca se perde no seu voo Casimiro de Brit...

Javier Sicilia (Dor)

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DOLOR-III No recuerdo a qué vine, el sol quema y no hay sombra, como si el tiempo, lejos de casa, se hubiera detenido y no hubi...
16.11.11

Guerra Junqueiro (O dinheiro de S. Pedro)

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O DINHEIRO DE S. PEDRO De tal modo imitou o Papa a singeleza Do mártir do Calvário, Que à força de gastar os bens com a pobreza ...
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