Rua das Pretas

Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)

30.1.25

Francisco J. Craveiro Carvalho (Tercetos-II)

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Vendo como o conta-quilómetros do carro rodava lentamente, mais se convencia de que não ia chegar aos cem mil. *   (Empadão)   O dono da...
28.1.25

Isabel Fraire (Na Guatemala)

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  NA GUATEMALA                       a fome reduz-nos à obediência  chega o exército                        e queima as colheitas           ...
26.1.25

Alessandro Parronchi (Em que pensas?)

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A CHE PENSI? — A che pensi? — La tua voce mi coglie mentre guardo il paesaggio rispecchiato sul buio della stanza. Per un poco l’eco d...
24.1.25

Rodolfo Serrano (Hospital)

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HOSPITAL   Es una noche larga larga larga. Alguien grita una queja justo al lado. Quiere marcharse, dice. Se oye fuera el paso presur...
23.1.25

Idea Vilariño (Despedida constante)

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CONSTANTE DESPEDIDA   Estos días los otros los de nubes tristísimas e inmóviles olor a madreselvas algún trueno a lo lejos. Estos ...
21.1.25

Tanussi Cardoso (Os olhos nos desvãos)

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OS OLHOS NOS DESVÃOS    O pijama despido do corpo dorme seus sonhos    O rosto no retrato estampa uma febre antiga       O piano dedil...
19.1.25

Horacio Castillo (Epístola)

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EPÍSTOLA Los judíos piden señales, los griegos sabiduría,  pero yo digo: Enloqueced. ¿Dónde está el sabio, dónde está el escriba? Ha s...
18.1.25

Hilario Barrero (Post data)

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POST DATA   Me arrimo a ti en una calle estrecha y dejo pasar la sombra que nos viene siguiendo. Hilario Barrero    Arrimo-me ...
16.1.25

Francisco J. Craveiro Carvalho (Tercetos-I)

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Na caixa do supermercado ao ver que o reconhecera deu-me um esgar de ex-ministro. * (Grande turismo)   Sem respeito pelas dimensões  cheia s...
14.1.25

Francisco Caro (Poética do cuidado)

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POÉTICA DEL CUIDADO   Que la palabra limpie heridas, sea bastón seguro para unas piernas débiles, lente para esos ojos a quien la nie...
13.1.25

Fernando Beltrán (Os outros)

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LOS OTROS, LOS DEMÁS, ELLOS El serbio que destruye un colegio soy yo, el rwandés que mata a machetazos soy yo, el terrorista que coloc...
11.1.25

Sebastião da Gama (Pelo sonho é que vamos)

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Pelo sonho é que vamos, comovidos e mudos. Chegamos? Não chegamos? Haja ou não haja frutos, pelo sonho é que vamos. Basta a fé no que...
9.1.25

Karmelo C. Iribarren (Melhor assim)

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MELHOR ASSIM   É claro que há imensas coisas que ainda te não disse. O que esperavas? Se te dissesse tudo de uma vez, num ataque fr...
8.1.25

Felipe Benítez Reyes (O esquisso na água)

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EL DIBUJO EN EL AGUA     Bien sabes que estos años pasarán, que todo acabará en literatura: la imagen de las noches, la leyenda de la tr...
6.1.25

Sebastião Alba (O limite diáfano)

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O LIMITE DIÁFANO   Movo-me nos bastidores da poesia, e coro se de leve a escuto. Mas o pão de cada dia à noite está consumido, e a a...
4.1.25

Federico Gallego Ripoll (São os pássaros)

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Son los pájaros quienes alzan el día para el ciego. Se oye la luz colgada de los árboles y un trasiego de sangre acelerada que acumula en ...
3.1.25

Rodolfo Serrano (No oeste há apaches)

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AL OESTE HAY APACHES   Marcamos territorio.  Hasta aquí, tu frontera. Tus amigos. Mis bares.  Antes de que se ponga el sol  dejarás ...
1.1.25

Rui Caeiro (Sabem que mais)

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SABEM QUE MAIS? Sou um homem dado ao álcool e a eternas dúvidas e que na rua ou lá onde seja a todo o momento pode tropeçar ou morrer:...
31.12.24

ÍNDICE DE AUTORES (2005-24)

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INDICE DE AUTORES (2005-24) A., Ruben ABAD, Begoña ACEBAL DOVAL, Rocío ACQUARONI, Rosana AGUADED LANDERO, Santiago AGUADO, Jesús AGUIA...
30.12.24

Iosu Moracho Cortés (Dia 13)

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DÍA TRECE   La noche languidece, puedo escribir. Pero no sé qué significado tendrán estas palabras cuando el día se promete lleno de ...
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