Rua das Pretas

Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)

30.5.24

Mary Oliver (O que eu sei fazer)

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WHAT I CAN DO   The television has two instruments that control it. I get confused. The washer asks me, do you want regular or delicat...
28.5.24

Jesús Beades (Non nobis)

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NON NOBIS Y ahora que tu esfuerzo se ve recompensado con un hermoso premio en la Ciudad de Soria, y por fin has oído, un momento, la Gl...
27.5.24

Javier Salvago (Tédio)

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TEDIO Está detrás de todo, en el fondo de todo, estropeándolo y manchándolo todo con sus torpes manos. Como una araña gigante e invisi...
25.5.24

Mario de Andrade (Quando eu morrer)

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Quando eu morrer quero ficar, Não contem aos meus inimigos, Sepultado em minha cidade, Saudade. Meus pés enterrem na rua Aurora, No Pa...
23.5.24

Santiago Sylvester (Litania da ordem natural)

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LETANÍA DEL ORDEN NATURAL   En el planeta Tierra y por ahora el sol es sólo uno y hay millones de mariposas: la naturaleza sabe lo que...
22.5.24

Chantal Maillard (Intervalo)

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INTERVALO   Entre uma imagem tua e outra imagem de ti o mundo fica parado. Em suspenso. E minha vida é esse pássaro colado ao cabo ...
20.5.24

Mário Cesariny (O Raul Leal era)

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O Raul Leal era o único verdadeiro doido do "Orpheu". Ninguém lhe invejasse aquela luxúria de fera? Invejava-a eu. Três fortu...
18.5.24

Blanca Varela (Justiça)

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  JUSTIÇA   Chegou o pássaro e devorou o verme veio o homem e devorou o pássaro veio o verme e devorou o homem Blanca Varela (...
17.5.24

Javier Egea (Carta)

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CARTA   Entonces era triste, muy triste estar sin ti. Pero las cosas sucedieron como tú bien conoces: que estaba el mar vacío, los te...
15.5.24

Sebastião da Gama (Louvor da poesia)

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LOUVOR DA POESIA     Dá-se aos que têm sede, não exige pureza. Ah!, se fôssemos puros, p'ra melhor merecê-la...   Sabe a terra, a ...
13.5.24

Manuel Moya (Andaluzia)

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ANDALUCÍA     No sé si tengo patria, de verdad que no lo sé, pero siento que si yo tuviera patria sería esta luz, estos castaños, estas ...
12.5.24

Isabel Fraire (Escrever)

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Escrever     centenas de vezes        o mesmo poema                    com palavras diferentes                   esse é o destino do poe...
10.5.24

Manuel Silva-Terra (Outono)

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OUTONO    como a tantas outras árvores ao diospireiro caem as folhas ficam os ramos despidos com os frutos pendentes e redondos p...
8.5.24

Luis Eduardo Aute (Branco e negro)

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BLANCO Y NEGRO   Lo blanco es blanco y lo negro es negro; no hay grises que valgan por medio. Luis Eduardo Aute [ La ceniza ]  ...
7.5.24

Hilario Barrero (Caçador furtivo)

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CAZADOR FURTIVO El silbido de plomo se dirige hacia él y al penetrar en el firme dintel de su equilibrio el vuelo se le olvida, la san...
5.5.24

Manuel Resende (Uma palavra)

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UMA PALAVRA   Longe de mim querer corromper a juventude, é um trabalho que sobreleva as minhas capacidades. Antes cicuta. Mas tenho ...
3.5.24

Graciela Perosio (No seco das palavras)

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en la sequedad de las palabras claras gotea fuego incesante aves migratorias reparten un cielo de preguntas por el mundo el desierto...
2.5.24

Gloria Fuertes (Lamento na montanha)

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  LAMENTO EN LA MONTAÑA   Aún te veo, río de mi vida, con los ojos que miran las montañas. Yo era una montaña con almendros montaña ...
30.4.24

Manuel António Pina (Talvez de noite-2)

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TALVEZ DE NOITE (2) Em breve partirei de novo e caminharei por desertos e por desastres e por leituras exasperadas e citações, entre ...
28.4.24

Francisco Caro (A poesia ou nada)

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LA POESÍA O NADA   Vemos el sol caer, convengo contigo en que la vida es caminar cegados laberintos o soledades agrias escríbela, ...
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