Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)
11.12.22
José Mateos (Queria escrever poemas)
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QUISIERA escribir poemas sin el dogal riguroso de los poemas bien hechos; Poemas que casi no fueran poemas, sino el silencio de donde ...
9.12.22
Natália Correia (Sete luas)
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SETE LUAS Há noites que são feitas dos meus braços e um silêncio comum às violetas e há sete luas que são sete traços de sete noites q...
7.12.22
José Luis García Martín (Ruas)
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CALLES Calles de una ciudad que desconozco con poca gente y viento y lluvia gris. Espero a quien no ha llegado mientras altas se e...
6.12.22
Joan Margarit (Velho enfermo)
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VELHO ENFERMO Dentro de mim há um temporal com vento e chuva e pouco tempo para compreender. Começa uma defesa sem piedade, a mort...
4.12.22
Casimiro de Brito (Um pouco mais)
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UM POUCO MAIS Esta manhã não lavei os olhos - pensei em ti. Se o teu ouvido se fechou à minha boca poderei escrever ainda poemas de am...
2.12.22
Angélica Morales (Todo ruído do mundo)
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TODO EL RUIDO DEL MUNDO Como un silencio abatido, tu lengua sobre mi sudor, la primavera llegando tarde, nuestros cuerpos revolcánd...
1.12.22
Luis Alberto de Cuenca (A maltratada)
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LA MALTRATADA Tengo sed. Me has quitado las praderas del norte, regadas por arroyos de respeto y cariño. Tengo frío. Te has ido con ...
29.11.22
Egito Gonçalves (Um dia não estarei)
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Um dia não estarei. Custa escrever isto. A cidade ter-me-á perdido, as coisas que chamei minhas estarão dispersas, algumas viverão ain...
27.11.22
Martín López-Vega (Poema das vespas)
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POEMA DE LAS AVISPAS Para otros, el amanecer de Ahu Tongariki, escoltado por los moáis como si quien lo contempla cobijara la ide...
26.11.22
Javier Salvago (Como se quer a um gato)
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COMO SE QUIERE A UN GATO Amar a las personas como se quiere a un gato: con su carácter y su independencia, sin intentar domarlo, s...
24.11.22
O tempo pode tudo (CA-6)
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O tempo pode tudo O tempo tudo pode Pode tudo o tempo Tudo pode o tempo Pode, pode Tudo, tudo (A.M.) .
22.11.22
Mariana Finochietto (Estirpe)
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ESTIRPE Hay mujeres que llevan entre los dedos la fragilidad, como gemas del aire. Aves raras, de delicada belleza, cuando sonrí...
21.11.22
Isabel Fraire (Amor)
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AMOR és tão doce como o eco da brisa nos meus cabelos e tão suave como a carícia intangível do sol entre mim e ti uma paixão se permut...
19.11.22
Carlos Drummond de Andrade (O lutador)
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O LUTADOR Lutar com palavras é a luta mais vã. Entanto lutamos mal rompe a manhã. São muitas, eu pouco. Algumas, tão fortes com...
17.11.22
Angélica Morales (O ângulo mais escuro da noite)
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EL ÁNGULO MÁS OSCURO DE LA NOCHE A veces yo, 20 años, el espejo limpio, mis ojos siempre bajo el pozo de los verbos. A veces yo, ...
16.11.22
Graciela Perosio (Também o amor)
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también el amor batalla con la paciencia del que espera y nunca desfallece también el amor acontece como lluvia estival inesperada que copu...
14.11.22
António Ferreira (Floresça, fale, cante)
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(…) Floresça, fale, cante, oiça-se e viva a portuguesa língua, e já onde for, senhora vá de si, soberba e altiva! Se até aqui esteve b...
12.11.22
Gloria Fuertes (As pessoas dizem)
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La gente dice: «Pobres tiene que haber siempre» y se quedan tan anchos tan estrechos de miras, tan vacíos de espíritu, tan llenos de comodid...
11.11.22
Julia Gutiérrez (Tua voz levanta-me)
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Tua voz levanta-me os pés do chão e logo, num segundo, timidamente, a vida começa a bater as asas. Como eu queria ser pássaro quando tu...
9.11.22
Cassiano Ricardo (Serenata sintética)
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SERENATA SINTÉTICA Rua torta. Lua morta. Tua porta. Cassiano Ricardo .
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