Rua das Pretas

Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)

30.9.22

Domingos da Mota (Segundo poema de Natal)

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SEGUNDO POEMA DE NATAL   Pudesse do Natal dizer que é mais que o corre-corre, que a lufa-lufa, que a passada célere demais, que a mol...
28.9.22

Ángel Manuel Gómez Espada (Poética)

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POÉTICA    Leer un poema cojonudo, de esos que te desordenan  las tres o cuatro verdades del día.  Querer envolverlo, emularlo, rumiar...
27.9.22

Ángel González (Cidade zero)

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CIUDAD CERO   Una revolución. Luego una guerra. En aquellos dos años - que eran la quinta parte de toda mi vida - yo había experimen...
25.9.22

Fernando Assis Pacheco (Memórias do contencioso-1)

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MEMÓRIAS DO CONTENCIOSO  E sequem-se-me os dedos a cabeça estoire  e não fique de tudo uma palavra  se a maldição for tanta que eu te e...
23.9.22

Ana Pérez Cañamares (Espécies de autodefesa)

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CLASES DE AUTODEFENSA   Pelear no estaba escrito en mi carácter -ese guión escrito por otros.  Estas patadas al aire que llevo dando t...
22.9.22

Alfredo Buxán (Só em sonhos)

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SÓ EM SONHOS     Sonhei que dormias ainda a meu lado e acariciei-te os ombros no ar. Acordado já de todo, não houve nada. Só o silêncio ...
20.9.22

Louise Glück (Imagem de espelho)

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MIRROR IMAGE     Tonight I saw myself in the dark window as the image of my father, whose life was spent like this, thinking of death, t...
18.9.22

Alfonso Brezmes (A heresia)

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A HERESIA   Giordano Bruno foi queimado por afirmar que havia outros mundos para além deste planeta finito. Eu habito outra fogueir...
17.9.22

Alejandra Pizarnik (Os do oculto)

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LOS DE LO OCULTO     Para que las palabras no basten es preciso alguna muerte en el corazón.   La luz del lenguaje me cubre como una ...
15.9.22

Bertolt Brecht (Epitáfio para M.)

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EPITÁFIO PARA M.   Escapei aos tubarões Abati os tigres Fui devorado  Pelos percevejos. Bertolt Brecht (Trad. P. Quintela) .
13.9.22

Aldo Luis Novelli (Escrevivendo)

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ESCRIVIVIENDO   los temas son siempre los mismos miro por la ventana veo un hombre y una mujer amándose sobre la tierra fértil la se...
12.9.22

José María Valverde (Elegia da foto de uma rapariga)

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ELEGÍA A LA FOTOGRAFÍA DE UNA MUCHACHA DESCONOCIDA   Tendrías quince años cuando quedaste inmóvil aquí, en la cartulina de suavísima ni...
10.9.22

António Cabral (Canção)

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CANÇÃO   Ela caminhava toda, tudo nela caminhava. Seu corpo de húmida uva abandonava-se em rios. Divergência convergente, uma árv...
8.9.22

Yolanda Castaño (Janelas)

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VENTANAS   Son una ventana abierta al mundo.  El racimo de una región. Un cielo diletante. La mandíbula del horizonte llenándose com...
7.9.22

Francisca Aguirre (Não vos confundais)

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NO OS CONFUNDÁIS     Y cuando ya no quede nada tendré siempre el recuerdo de lo que no se cumplió nunca. Cuando me miren con áspera pied...
5.9.22

Tanussi Cardoso (As mortes)

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AS MORTES   quando o primeiro amor morreu  eu disse: morri  quando meu pai se foi  coração descontrolado  eu disse: morri  quando...
3.9.22

Raúl Gustavo Aguirre (Também eu estou destroçado)

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Yo también estoy destrozado a pesar de que (dentro de mis limitadas posibilidades) visto correctamente, me afeito todos los días, excepto lo...
2.9.22

José Antonio Labordeta (Foram-se todos)

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SE HAN MARCHADO     Se han marchado todos y nadie ha vuelto para cerrar la puerta. Esta, vieja y desguazada, golpea contra el viento en ...
31.8.22

Ana Martins Marques (Poemas reunidos)

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POEMAS REUNIDOS   Sempre gostei dos livros chamados poemas reunidos pela ideia de festa ou de quermesse como se os poemas se encontra...
29.8.22

Oliverio Girondo (Que os ruídos te esburaquem os dentes)

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Que los ruidos te perforen los dientes, como una lima de dentista, y la memoria se te llene de herrumbre, de olores descompuestos y de pa...
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