Rua das Pretas

Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)

27.2.22

Pier Paolo Pasolini (Versos do testamento)

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VERSI DEL TESTAMENTO   Solitudine: bisogna essere molto forti per amare la solitudine; bisogna avere buone gambe e una resistenza fuor...
25.2.22

Isabel Fraire (Como pétala imensa)

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COMO PÉTALA IMENSA de magnólia se desdobra a luz da manhã    não há casas não há pássaros não há bosques   o mundo  ficou vazio há somen...
24.2.22

Juan Luis Panero (Ingrata velhice)

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Ingrata la vejez, aburridos sus símbolos - sin valor literario - demasiado previstos. Sólo queda - cada día más rara - la sorpresa de un ...
22.2.22

Miguel Martins (Provavelmente)

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Provavelmente, a próxima vez que ouvires falar de mim           será quando te disserem que morri e que morri por minhas próprias mãos (isso...
20.2.22

Clara Janés (Curto circuito)

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CORTO CIRCUITO   Qué es ser poeta? Tal vez emitir como el viento la voz o como la rosa el perfume indetenible.    Tal vez detectar in...
19.2.22

Juan Gelman (Eu também escrevo contos)

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YO TAMBIÉN ESCRIBO CUENTOS   había una vez un poeta portugués tenía cuatro poetas adentro y vivía muy preocupado trabajaba en la adminis...
17.2.22

Mary Oliver (Gansos bravos)

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WILD GEESE   You do not have to be good. You do not have to walk on your knees for a hundred miles through the desert repenting. You ...
15.2.22

Juan Carlos Mestre (Agosto)

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AGOSTO el  verano ha dejado solos en la ciudad a los muertos y a los vendedores de helados . todos se han ido incluso los de...
14.2.22

Abelardo Linares (Uma estranha certeza)

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UNA EXTRAÑA CERTEZA Durante muchos años, a menudo me he acordado de ti, o de tu imagen, para ser más exacto, pues de aquello que amam...
12.2.22

Pier Paolo Pasolini

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AURORA   Ó peito acordado do novo dia! Ó tépido leito banhado de lágrimas! Uma luz outra me leva a chorar os dias que voam  como...
10.2.22

José Watanabe (Disse)

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HE DICHO Qué rico es ir de los pensamientos puros a una película pornográfica y reír           del santo que vuela y de la carne que s...
9.2.22

José María Zonta (Não foi uma fantasia)

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No fue un cuento. Amaneció. Mil hormigas recorren mis manos pero sólo una arrastra tu recuerdo.  Y es suficiente.     José María Zonta N...
7.2.22

Erri de Luca (Bebo)

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Bevo a chi è di turno, in treno, in ospedale, cucina, albergo, radio, fonderia, in mare, su un aereo, in autostrada, a chi scavalca quest...
5.2.22

José Luis García Martín (A um deus desconhecido)

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A UN DIOS DESCONOCIDO   Dame siempre placeres rutinarios. Lo que ocurre una vez, no ocurre nunca. La luz que ciega, la explosión de dich...
4.2.22

José Hierro (Copla ao quinto copo)

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COPLILLA DESPUÉS DEL 5º BOURBON     Pensaba que sólo habría sombra, silencio, vacío. Y murió. Estaba en lo cierto. El mismo Dios se ...
2.2.22

António Cabral (A Assembleia Nacional)

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A ASSEMBLEIA NACIONAL Sei um país com barriga de pedra e ramos de giesta nos cornos. Vede a Assembleia Nacional: obra-prima da intel...
31.1.22

Pedro Salinas (Pergunta mais além)

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PERGUNTA MAIS ALÉM Porque pergunto eu onde estás, se não estou cego, nem tu estás ausente? Se te vejo ir e vir, a ti, corpo alto q...
30.1.22

Isabel Fraire (Talvez o único poema)

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TALVEZ O ÚNICO POEMA                    que podemos escrever seja o primeiro                    nossa primeira visão                        ...
28.1.22

Pedro Tamen (Não digo do Natal)

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Não digo do Natal – digo da nata do tempo que se coalha com o frio e nos fica branquíssima e exacta nas mãos que não sabem de que cio n...
26.1.22

José Emilio Pacheco (Dentadas)

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DENTELLADAS   Qué suerte tuve: no aprendí a morder. Y para defenderme sólo cuento con mis púas afiladas. Cuando me erizo nadie se me ...
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