Rua das Pretas

Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)

30.1.21

Ana Paula Inácio (Debaixo do cipreste)

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  debaixo do cipreste um velho no pasto, as vacas no céu as nuvens rápidas   o cipreste está muito verde a terra muito castanha o velho mu...
28.1.21

José María Fonollosa (Rambla de Canaletes 2)

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  RAMBLA DE CANALETES 2   Soy insignificante. No soy alto ni apuesto. No soy rico. Ni siquiera despertaría envidia mi salud. Por eso...
27.1.21

José María Cumbreño (A campainha)

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  EL TIMBRE Sé que me dijiste que no pensabas volver. Que te marchabas           definitivamente. Que, según tú, era lo mejor para lo...
25.1.21

Isabel Mendes Ferreira (A/gosto)

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  ______________ a(gosto) de des.gostar. sempre bom não esquecer. gosto de pessoas muito importantes. aquelas que escrevem ácido sobre ...
23.1.21

José Luis Zuñiga (Jogos florais)

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  JUEGO FLORAL   ¿Quieres que te lo diga  al modo más romántico?  Te lo diré: tu boca  tiene sabor a cántaro y tu almendro está en ...
22.1.21

José Luis García Martín (Haikus)

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  Solo conmigo, y en el centro del mundo, esta mañana. · Revoloteas y no te posas nunca, felicidad. · En la hojarasca que anticipa el...
20.1.21

Pedro Tamen (Resumo)

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  RESUMO     Entrego o dia de hoje ao de amanhã como quem dá um fruto a outra boca: assim, de dia em dia, faz-se o dia – tranquilo, u...
18.1.21

José Hierro (Nuvens)

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  LAS NUBES     Inútilmente interrogas.  Tus ojos miran al cielo.  Buscas, mirando a las nubes,  huellas que se llevó el viento.  Busc...
17.1.21

José Emilio Pacheco (Panteões)

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  PANTEONES   Veo entre la niebla el cementerio en silencio. No pienso en otro mundo: me indigna este que se deshace así de los muerto...
15.1.21

António Reis (Se o outono)

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Se o outono fosse o cheiro de frutos na memória e os frutos a calma dos sentidos o nosso rosto com luz ou néon pelos cabelos seria...
13.1.21

José Corredor-Matheos (Eu sou um peixe)

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  Yo soy un pez, un pez que va por el jardín, tan libre como un árbol. Soy un árbol, que tiene raíces en el cielo, como un pájaro. Y soy tam...
12.1.21

José Cereijo (Luz de Março)

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  LUZ DE MARZO                                                            En esta luz de marzo, en esta luz estremecida y pura que un di...
10.1.21

Um verso (142)

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Um verso do Assis (aliás, dois e meio):   e já termino com só o fósforo duma estrela na lixa do fim da tarde   Fernando Assis Pache...
8.1.21

José Antonio Labordeta (Foi isso)

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  ESTO FUE...     Apenas un recuerdo, un vago sueño de pasados domingos sin iluminarias donde los camareros se aburrían en establecimien...
7.1.21

José Antonio Fernández Sánchez (Um momento indelével)

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  UN MOMENTO INDELEBLE                                                     Me viene a la memoria, muy tenaz, el recuerdo de aquella madr...
5.1.21

Gonçalo M. Tavares (Ignorância)

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  IGNORÂNCIA   Uma ignorância súbita, de uma intensidade incalculável. É não entender da forma mais humana que existe. Não é o medo, no ...
4.1.21

José Ángel Valente (A si dou-lhe uma flor)

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  A USTED   A usted le doy una flor, si me permite, un gato y un micrófono, un destornillador totalmente en desuso, una ventana alegre. ...
3.1.21

José Alcaraz (Vou baixar o som dos automóveis)

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  (12) Voy a bajar el sonido de los coches / hasta que no se oigan. / Y el de las tiendas, / y el de los teléfonos. / El jadeo de los merc...
1.1.21

Nuno Dempster (Acaso)

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  ACASO   Quando, pela primeira vez, a vi sair do eléctrico em Lisboa, era tarde demais para eu saber o que haveria nela: que luz, a...
31.12.20

ÍNDICE DE AUTORES (2005-20)

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  A., Ruben ABAD, Begoña ABASS, Umar ACEBAL DOVAL, Rocío ACQUARONI, Rosana AGUADO, Jesús AGUIAR, Cristóvão AGUIAR, Jorge AGUIRRE, Francisca ...
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