Rua das Pretas

Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)

31.5.20

Ape Rotoma (Fábula III)

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FÁBULA III Nos hemos instalado en la playa y estamos listos. Con el amanecer lo arrasaremos todo. A sangre y fuego entraremo...
30.5.20

Antonio Rivero Taravillo (Unidade)

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UNIDAD Todo es lo mismo en la unidad del mundo: el victimario es víctima, y quien hace sufrir es quien padece; el suelo qu...
28.5.20

Manuel Resende (O poeta obscuro)

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O POETA OBSCURO Quero apertar-te nos braços, querido poeta, beijar-te e tirar-te da morte. Chamam-te obscuro, porque cantavas ...
26.5.20

Antonio Porchia (La verdad tiene pocos amigos)

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La verdad tiene muy pocos amigos y los muy pocos amigos que tiene son suicidas. Antonio Porchia .
25.5.20

Antonio Pereira (Cemitério de Évora)

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CEMENTERIO DE ÉVORA «Aquí yace José Pinto da Silva, tipógrafo esmerado, hombre de bien ... Sus deudos lo recuerdan para siemp...
23.5.20

Francisco Duarte Mangas (S. Pedro do Sul)

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S. PEDRO DO SUL Os dióspiros incendeiam a manhã em S. Pedro do Sul, na aldeia do Paraíso. Nem uma folha, só os frutos: agasalh...
21.5.20

Antonio Orihuela (David contra global)

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DAVID CONTRA GLOBAL Tienen todas las bombas, todos los tanques, todas las pistolas, todas las porras, pero es a nosotros a q...
20.5.20

Antonio Martínez Sarrión (Saldo)

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SALDO Duró poco, como era de prever. Aún menos, como diría el clásico, que la verdura de las eras. Quedan, en la herida memor...
18.5.20

António Osório (Trinta e nove anos)

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TRINTA E NOVE ANOS É um bem que me roubem e explorem; um bem que saibam quanto valho (nada); um bem que espreitem, que circule...
16.5.20

Antonio Machado (Não é o eu fundamental)

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Não é o eu fundamental o que o poeta busca, mas o tu essencial. Antonio Machado .
15.5.20

Antonio Gamoneda (Sem razão)

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SIN RAZÓN He interrogado hasta el amanecer al pozo de las preguntas. Es mentira que el corazón sepa decirse mejor en esa sombr...
13.5.20

Pedro da Silveira (Azorean torpor)

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AZOREAN TORPOR Subo à coroa do monte, sento-me na pedra mais alta, suspendo o rosto sobre as mãos em concha e deixo que se esc...
11.5.20

Antonio Fernández Lera (A calma)

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(66) A calma é um procedimento administrativo. O sorriso é um recurso poético. A mentira é o crime por excelência. O cérebro é...
10.5.20

Antonio Colinas (Inverno tardio)

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INVIERNO TARDÍO No es increíble cuanto ven mis ojos: nieva sobre el almendro florido, nieva sobre la nieve. Este invierno mi ...
8.5.20

Antonio Cicero (Muro)

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MURO E se um poema opaco feito muro te fizer sonhar noites em claro? E se justo o poema mais obscuro te resplandecer mais que...
6.5.20

Ángel Guinda (Sem os cinco sentidos)

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SIN LOS CINCO SENTIDOS ¿Qué persigue el ciclón exasperadamente? ¡Ya no sé dónde estás de tanto ser distancia! De puerto en p...
5.5.20

Ángel González (Assim foram)

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ASÍ FUERON La mañana –ese tigre de papel de periódico– ruge entre mis manos. Ambigua e indecisa, exhibiendo las fauces ira...
3.5.20

Ruy Belo (Para a dedicação de um homem)

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PARA A DEDICAÇÃO DE UM HOMEM Terrível é o homem em quem o senhor desmaiou o olhar furtivo das searas ou reclinou a cabeça ou ...
1.5.20

Andrés Neuman (Palavras a uma filha que não tenho)

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(PALABRAS A UNA HIJA QUE NO TENGO) Entornaré tus ojos si prometes soñarme. Compréndeme, no es fácil velar por alguien siempre: ...
30.4.20

Ana Pérez Cañamares (O mau da trincheira)

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LO MALO DE LA TRINCHERA Lo malo de la trinchera no es su húmeda estrechez. El barro y la sangre abrigan somos muchos aquí y ...
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