Rua das Pretas

Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)

30.4.20

Ana Pérez Cañamares (O mau da trincheira)

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LO MALO DE LA TRINCHERA Lo malo de la trinchera no es su húmeda estrechez. El barro y la sangre abrigan somos muchos aquí y ...
28.4.20

Mario Quintana (Canção da janela aberta)

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CANÇÃO DA JANELA ABERTA Passa nuvem, passa estrela, Passa a lua na janela... Sem mais cuidados na terra, Preguei meus olhos ...
26.4.20

Amalia Bautista (Carminus)

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CARMINUS No es una pesadilla y no es un dulce sueño. Empieza a amanecer, camino sola por calles de un lugar que no conozco en...
25.4.20

Ángel Petisme (Nietzsche)

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NIETZSCHE Y qué importa que se rían cuando nos ven bailar borrachos de amor por las calles, en los andenes del metro, sobre la ...
23.4.20

Sebastião da Gama (Poema da minha esperança)

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POEMA DA MINHA ESPERANÇA Que bom ter o relógio adiantado!... A gente assim, por saber que tem sempre tempo a mais, não se ral...
21.4.20

Álvaro Mutis (Se ouvires correr a água)

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Si oyes correr el agua en las acequias, su manso sueño pasar entre penumbras y musgos, con el apagado sonido de algo que tiende a...
20.4.20

Raquel Lanseros (Debaixo da raiz)

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BAJO LA RAIZ Una tarde de sol, dentro de varios siglos, una mujer morena como yo se tumbará tal vez a descansar sobre esta mi...
18.4.20

Carlos de Oliveira (Cantata)

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CANTATA A vida é o sangue do mistério, o bago de uva macerado nos lagares do mundo, e aqui se diz para proveito dos que v...
16.4.20

Alfredo Buxán (O sonho das palavras)

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O SONHO DAS PALAVRAS Vêm-me de muito longe as palavras que alguém me sussurra cada noite a meia voz quando tudo repousa e te...
15.4.20

Gabriel Zaid (A sair do paraíso)

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SALIENDO DEL PARAÍSO Ya con ésta me despido, Ya dije lo suficiente. Que sepa toda la gente Que no tengo amor ni pido. Lo que...
13.4.20

José Carlos Barros (Longe de casa)

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LONGE DE CASA A princesa lava tachos e descasca batatas das dez e meia às quatro da tarde e das seis às onze da noite. Nos ...
11.4.20

Alfonso Costafreda (Os limites)

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LOS LÍMITES Pienso en mis límites, límites que separan el poema que hago del que no puedo hacer, el poema que escribo del q...
10.4.20

Alfonso Brezmes (De novo)

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DE NUEVO Lo que acecha en lo oscuro nos aleja de nosotros mismos, nos olfatea y luego nos rechaza como un ogro inapetente, p...
8.4.20

António Barahona (E se o vento)

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E se o vento varrer as folhas secas sem deixar nenhuma? Este Outono ela não guardará folhas dentro dos livros E ele não escreverá...
6.4.20

Alejandro Céspedes (A vertigem)

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(X) A vertigem de me ver ante mim mesmo, o fugir de mim, converte a existência num catálogo de vãs condutas. Todo o caminho de...
5.4.20

Alejandra Pizarnik (Dice que no sabe)

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DICE QUE NO SABE dice que no sabe del miedo de la muerte del amor dice que tiene miedo de la muerte del amor dice que el amo...
3.4.20

Francisco Duarte Mangas (Primavera audaz cheia de devir)

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PRIMAVERA AUDAZ CHEIA DE DEVIR falemos primeiro dos campos seu repouso limpo da glicínia na borda do caminho falaremos depoi...
1.4.20

Aldo Luis Novelli (À distância)

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A LA DISTANCIA en las noches oscuras sin luna y estrellas opacas si observamos el horizonte acá en los bordes del desierto s...
31.3.20

Alberto Vega (Centro)

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CENTRO Hay un sabor a nada en cada trago, en cada gesto avanza una prisa sin olas, sin sentido los pájaros sobrevuelan la luz...
29.3.20

Jorge de Sena (Quem muito viu)

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Quem muito viu, sofreu, passou trabalhos, mágoas, humilhações, tristes surpresas; e foi traído, e foi roubado, e foi privado em e...
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