Rua das Pretas

Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)

31.5.19

Carmelo Guillén Acosta (Aprendendo a amar)

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APRENDIENDO A QUERER Aprendiendo a querer me iré un día de estos, y no vendré, lo sé, de los álamos, madre, ni habrá pájar...
29.5.19

Antonia Pozzi (Mensagem)

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MESSAGGIO E tu, stella acuta notturna splendi ancora se per il solco delle strade grida la triste anima dei cani. Sorgeranno ...
28.5.19

Laura Wittner (Lua de plástico)

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LUNA DE PLÁSTICO Estamos en un living oscuro donde quiero todo menos lo que tengo. Sin zapatos, en el piso, tomando vino en vasos...
26.5.19

Leopoldo Castilla (Princípio de incerteza)

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PRINCÍPIO DE INCERTIDUMBRE Por el Principio de Incertidumbre es imposible determinar a la vez la posición y la velocidad de u...
25.5.19

Almada Negreiros (Se é dever dizer)

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Se é dever dizer o que sem mestre aprendi da vida digo: a natureza tem tudo mas cada coisa de sua vez. É simultânea como o con...
23.5.19

Karmelo C. Iribarren (Como um cão)

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COMO UM CÃO Como um cão a sair da água, sacudir-te da lembrança e toca a abanar o rabo por aí. Karmelo C. Iribarren (T...
20.5.19

Cristovam Pavia (Últimas disposições do H.M.E.)

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ÚLTIMAS DISPOSIÇÕES DO H.M.E. Para começar tirem-me este trapo da cara, que faz cócegas, e amortalhem nele o meu gato e enterre...
19.5.19

Juanjo Barral (Preço, apreço, desprezo)

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PRECIO, APRECIO, DESPRECIO Ahora mismo no estoy trabajando -se supone- escribo este poema. Pero ya sé, eso no cuenta, aunque...
17.5.19

Juan Vicente Piqueras (Palmeiras)

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PALMERAS Nacemos de la sed. Somos palmeras que van creciendo a fuerza de perder sus ramas. Y sus troncos son heridas, cicatri...
16.5.19

Ferreira Gullar (Visita)

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VISITA no dia de finados ele foi ao cemitério porque era o único lugar do mundo onde podia estar perto do filho mas diant...
14.5.19

Antonio Cabrera (Salvamo-nos)

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NOS SALVAMOS La vida interior es abstrusa, un embrollo de ideas en inminencia, en uso o en descomposición. La vida interior p...
13.5.19

Juan Bonilla (A luz molhada)

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La luz mojada del sol envolvió en lumbre una naranja. La convirtió sólo por un instante en otro sol. Tuviste al verlo la t...
11.5.19

António Ferreira (Se meu desejo só é sempre ver-vos)

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Se meu desejo só é sempre ver-vos, Que causará, senhora, que em vos vendo Assi me encolho logo, e arrependo, Que folgaria então p...
10.5.19

José Antonio Fernández Sánchez (Últimas vontades)

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ÚLTIMAS VOLUNTADES Cuando muera yo quiero discreción ante todo y un ciprés a mi lado, marcando con su porte vertical el ...
8.5.19

Juan Manuel Villalba (Canção para depois da festa)

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CANÇÃO PARA DEPOIS DA FESTA Os copos homicidas que apagam as lembranças é que permitiram chegares aqui, junto a esse corpo, ne...
7.5.19

Antonia Pozzi (Novembro)

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NOVEMBRE E poi – se accadrà ch’io me ne vada – resterà qualche cosa di me nel mio mondo - resterà un’esile scìa di silenzio ...
5.5.19

Álvaro Valverde (Assim)

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ASÍ Así como en el río vemos plantas y árboles reflejarse y parece que sus orillas fueran, por efecto simétrico, verde tier...
4.5.19

Luis Feria (A uma moça)

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A UNA MUCHACHA Si alguien sabe qué puede destruir a la muerte, qué puede cercenar su mano vengativa, venga ahora y lo diga cua...
2.5.19

Adília Lopes (Anti-Ricardo Reis)

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ANTI-RICARDO REIS O rio é bom para nadar e as flores para dar o resto são cantigas casa-te com Lídia tem bebés passa a ...
30.4.19

Rosalía de Castro (Eu em meu leito de abrolhos)

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Yo en mi lecho de abrojos, tú en tu lecho de rosas y de plumas; verdad dijo el que dijo que un abismo media entre mi miseria y tu...
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