Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)
28.2.18
Cristian Aliaga (Ressentidos, remotos, artistas)
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RESENTIDOS, REMOTOS, ARTISTAS Resentidos, remotos, artistas donde los artistas son pordioseros alzamos copas en lo oscuro devor...
27.2.18
Ana Margarida de Carvalho (Lugares comuns)
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(Lugares comuns) Não consentia que os mesmos adjectivos andassem incestuosamente casados com os mesmos substantivos. Os ...
26.2.18
Manuel Bandeira (Vozes na noite)
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VOZES NA NOITE Cloc cloc cloc... Saparia no brejo? Não, são os quatro cãezinhos policiais bebendo água. Manuel Ba...
25.2.18
Claudio Bertoni (Poema para uma vietnamita)
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POEMA PARA UNA VIETNAMITA... No soy digno de ser tu zapatito (diminutivo porque tienes pequeños los pies). Tampoco soy ...
24.2.18
Cecília Meireles (De que são feitos os dias)
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De que são feitos os dias? - De pequenos desejos, vagarosas saudades, silenciosas lembranças. Entre mágoas sombrias, momentâneo...
23.2.18
César Cantoni (Apesar dos bons costumes)
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A DESPECHO DE LAS BUENAS COSTUMBRES A despecho de las buenas costumbres, “mierda” es una de nuestras voces más usadas. L...
22.2.18
Carlos de Oliveira (Uma Abelha na Chuva)
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(Início) Pelas cinco horas duma tarde invernosa de outubro, certo viajante entrou em Corgos, a pé, depois da árdua jornada que...
21.2.18
Ángel González (Há que ser muito valente)
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Hay que ser muy valiente para vivir con miedo. Contra lo que se cree comúnmente, no es siempre el miedo asunto de cobardes. Para v...
20.2.18
Ana Margarida de Carvalho (Que Importa a Fúria do Mar)
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(Início) Tersa gente esta, de almas baldias, vontades torcidas pelo frio que aperta, amolecidas pelo sol que expande. Ando...
18.2.18
Manuel António Pina (A moral da história)
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A MORAL DA HISTÓRIA, SEGUNDO O SENHOR DA CAMA 2B A esperança é a última coisa a morrer, disse ele antes de ter dado o ...
16.2.18
José Villa (Natureza)
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NATURALEZA La fruta aún desconoce su nombre. Sabe entre otras cosas que es media tarde. Que alguien la mira posada en la fru...
14.2.18
Rodolfo Edwards (Brechtiana)
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BRECHTIANA hay quienes escriben con un manual de literatura al lado hay quienes escriben con los pies en la palangana ...
12.2.18
Manoel de Barros (O livro de Bernardo-19)
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O LIVRO DE BERNARDO (19) Eternidade é palavra encostada em Deus. MANOEL DE BARROS Compêndio para uso dos ...
10.2.18
Amalia Bautista (Jardim de porta escura)
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JARDÍN DE PUERTA OSCURA Los milagros existen. Esta tarde, con el ánimo a punto del naufragio, me encuentro este jardín, donde no...
8.2.18
Alfredo Buxán (Canção de berço)
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CANÇÃO DE BERÇO Como janelas os olhos como sementes de sementeira à luz do tempo quando os abres e olhas Como a noite os olh...
6.2.18
Luís Filipe Castro Mendes (Resposta)
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RESPOSTA Sim, andei por fora, por vezes não reconheço as ruas da minha cidade e há rostos que me envelhecem o coração. Mas n...
4.2.18
Alfonso Brezmes (Crime imperfeito)
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CRIME IMPERFEITO De quantos crimes cometi de um só me arrependo, não ter matado o desejo de todo, esse abutre abjecto, ins...
2.2.18
Aldo Luis Novelli (Os problemas sexuais da escrita)
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LOS PROBLEMAS SEXUALES DE LA ESCRITURA estuve toda la mañana trabajando en un poema en una palabra en realidad. por la ...
31.1.18
Louise Glück (Confissão)
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CONFESSION To say I'm without fear - It wouldn't be true. I'm afraid of sickness, humiliation. Like anyone,...
29.1.18
Victor Botas (Tu estás nas coisas)
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Estás entre las cosas que me acechan; en el mar de esta tarde no esperada que hoy es una tristeza y un fracaso; en la luz del o...
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