Rua das Pretas

Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)

3.7.17

A.M.Pires Cabral (Pirilampos-III)

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PIRILAMPOS-III Mas também estes negadores das trevas desertaram: Já não se vêem pirilampos, o seu lume deixou de desmentir...
2.7.17

Jon Juaristi (Tonton macoute)

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TONTON MACOUTE Afirmas que he matado lo mejor que en mí había y que por eso sueño con crímenes, y aciertas. En mi interior a...
1.7.17

Joaquín Giannuzi (Amantes na noite)

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AMANTES EN LA NOCHE Nos amamos y apagamos el televisor como negando la realidad. Pero el mundo insiste en sus convicciones...
30.6.17

Sophia de Mello Breyner Andresen (Homero)

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HOMERO Escrever o poema como um boi lavra o campo Sem que tropece no metro o pensamento Sem que nada seja reduzido ou exila...
29.6.17

Joan Margarit (Mãe e filha)

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MADRE E HIJA Todo el pasado de ella son tus manos: treinta amorosos años al fondo de tus palmas. La has velado a lo largo de la ...
28.6.17

Joan Brossa (O último homem)

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Apesar das aparências e das teorias, diz que tem medo da solidão; sente-se distanciado dos objectos; tem medo de não ser mais do que...
27.6.17

Luís Quintais (Ética)

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ÉTICA Vou falhando as pequenas coisas que me são solicitadas. Sentindo que as ciladas se acumulam cada vez que falo. ...
26.6.17

Jesús López Pacheco (Agradeço às árvores)

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Agradezco a los árboles sus sombras,  la protección delgada de sus troncos.  Al banco la amistad de su respaldo  y a los farole...
25.6.17

José Watanabe (Fábula)

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FÁBULA En el cauce del río seco una espigada yegua orina sobre un sapo agradecido. Yo, que voy de paso, sonrío y recuerdo   ...
24.6.17

António Osório (Ainda me acolho)

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AINDA ME ACOLHO Ainda me acolho, Pai, à tua madressilva. Ali tens a passiflora, não envelheceu. O cedro grande, maior ainda...
23.6.17

Jesús Lizano (As ratas)

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LAS RATAS Las ratas insidiosas, peludas, voraces, ingratas, innumerables, puntiagudas, alucinantes, piratas, escurr...
22.6.17

Jenaro Talens (Anjos sobre Roma)

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ÁNGELES SOBRE ROMA (II) Recorrerte sin pausa, como quien se despereza al sol; ser el sendero donde inscribir tus huellas. Heme...
21.6.17

Luís Amaro (Tarde)

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TARDE Vago sabor de outono E de coisas extintas. Nem desejos nem dor... Meu coração esquece. No ar parado voga Tal...
20.6.17

Javier Salvago (Fim de festa)

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FIN DE FIESTA Al fin solos, vida. Terminó la fiesta y no queda nadie que pueda obligarnos a forzar sonrisas, ni a inventa...
19.6.17

Javier Lasheras (Um postal para o futuro)

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UNA POSTAL PARA EL FUTURO Si algún día inevitablemente o si alguna noche por casualidad nos encontráramos, seré salvaje y a d...
18.6.17

Almada Negreiros (O valor das palavras)

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O VALOR DAS PALAVRAS                             Há palavras que fazem bater mais depressa o coração  – todas as palavras –...
17.6.17

Javier Galarza (Final)

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FINAL vamos que no incendiaste tu casa ni cantaste sin resguardo para dejarte morir en el sagrario de una obra Javier Gal...
16.6.17

Jaime Sabines (Se me deixasses)

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Si me dejas arrancarte los ojos, amor mío, me harías feliz. Quisiera quemarte el corazón, sellarte la memoria. No quiero que ...
15.6.17

Luiza Neto Jorge (Minibiografia)

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MINIBIOGRAFIA Não me quero com o tempo nem com a moda Olho como um deus para tudo de alto Mas zás! do motor corpo o mau r...
14.6.17

Jaime Gil de Biedma (Apologia e petição)

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APOLOGÍA Y PETICIÓN Y qué decir de nuestra madre España, este país de todos los demonios en donde el mal gobierno, la pobreza n...
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