Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)
3.11.16
José Alcaraz (Volta a casa)
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VUELTA A CASA Atraviesa las calles ensimismado en ecos de la gente, distante incluso de sus pensamientos. No llueve, no desplie...
2.11.16
Louise Glück (Neve primaveril)
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SPRING SNOW Look at the night sky: I have two selves, two kinds of power. I am here with you, at the window, watching you reac...
1.11.16
Jorge M. Molinero (Palavras para Julieta-III)
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PALABRAS PARA JULIETA (III) tropieza con un hipopótamo de plástico tropieza con jirafas, pelotas, peluches, puzzles, pianos, x...
31.10.16
João Guimarães Rosa (Projetos)
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Porque ele tinha me estatutado os todos projetos. Como estava reunindo e pervalendo aquela gente, para sair pelo Estado acima, em co...
Jorge Luis Borges (O nosso caso)
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LO NUESTRO Amamos lo que no conocemos, lo ya perdido. El barrio que fue las orillas. Los antiguos, que ...
30.10.16
José Paulo Paes (Lisboa, aventuras)
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Lisboa: aventuras tomei um expresso cheguei de foguete subi num bonde desci de um...
29.10.16
Joan Margarit (Cena)
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ESCENA Una pareja joven en la barra. Ella lleva los labios muy pintados, las manos de uñas largas, perfiladas. Él es ágil ...
28.10.16
João Guimarães Rosa (Saudade)
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A gente se encostava no frio, escutava o orvalho, o mato cheio de cheiroso, estalinho de estrelas, o deduzir dos grilos e a cavalhada...
Jesús López Pacheco (Canção dançável)
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CANCIÓN BAILABLE Lo más cómodo es llorar desde Madrid al que muere en Bolivia (¡quién tuviera un fusil!). Lo más cómod...
27.10.16
Carlos de Oliveira (Salmo)
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SALMO A vida é o bago de uva macerado nos lagares do mundo e aqui se diz para proveito dos que vivem que a dor ...
5.10.16
Javier Salvago (Convém não esquecer)
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CONVIENE NO OLVIDARLO Por esta senda, que llaman vida, todos vamos a tientas, igual que un ciego. En ceniza terminan todos ...
4.10.16
João Guimarães Rosa (Lidante)
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– “De não ter conhecido você, estes anos todos, purgo meus arrependimentos...” – foi a sincera primeira palavra que ele me disse, me ...
Jaime Sabines (A procissão do enterro)
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A PROCISSÃO DO ENTERRO nas ruas da cidade é omino- samente patética. Atrás do carro que leva o cadáver, vai o autocarro, ou autocar...
3.10.16
José Miguel Silva (Ao amanhecer)
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AO AMANHECER As lágrimas não sabem o que dizem, deixam-se cair em turvos argumentos, lembram-se de coisas. Quase nos ...
2.10.16
Jaime Gil de Biedma (Happy ending)
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HAPPY ENDING Aunque la noche, conmigo, no la duermas ya, sólo el azar nos dirá si es definitivo. Que aunque el gusto nunca má...
1.10.16
João Guimarães Rosa (No descampante)
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Em o que afundamos num cerrado de mangabal, indo sem volvência, até perto de hora do almoço. Mas o terreno aumentava de soltado. E...
Irene Sánchez Carrón (Reflexões prévias)
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REFLEXIONES PREVIAS A LA SIGUIENTE ESCENA El verdadero mérito de muchas acciones consiste en saber esperar. Saber esperar...
30.9.16
José Alberto Oliveira (Democracia)
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DEMOCRACIA Corre afogueado o rio do tempo, que lambe mazelas e alimenta desastres. Ainda ontem eu lia Marx, com devoção...
29.9.16
Idea Vilariño (Ou nove)
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O FUERON NUEVE Tal vez tuvimos sólo siete noches no sé no las conté cómo hubiera podido. Tal vez no más que seis o ...
28.9.16
João Guimarães Rosa (Sertanejo)
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Sou só um sertanejo, nessas altas idéias navego mal. Sou muito pobre coitado. Inveja minha pura é de uns conforme o senhor, com toda...
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