Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)
30.9.16
José Alberto Oliveira (Democracia)
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DEMOCRACIA Corre afogueado o rio do tempo, que lambe mazelas e alimenta desastres. Ainda ontem eu lia Marx, com devoção...
29.9.16
Idea Vilariño (Ou nove)
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O FUERON NUEVE Tal vez tuvimos sólo siete noches no sé no las conté cómo hubiera podido. Tal vez no más que seis o ...
28.9.16
João Guimarães Rosa (Sertanejo)
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Sou só um sertanejo, nessas altas idéias navego mal. Sou muito pobre coitado. Inveja minha pura é de uns conforme o senhor, com toda...
Homero Aridjis (Assombro do tempo)
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ASOMBRO DEL TIEMPO (Estela para la muerte de mi madre, Josefina Fuentes de Aridjis) Ella lo dijo: Todo suce...
27.9.16
Jorge Sousa Braga (Carta de amor-1981)
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CARTA DE AMOR (1981) A Eugénio de Andrade Eugénio de Andrade Um dia destes vou-te matar Uma manhã qualq...
26.9.16
Ernesto Pérez Vallejo (Se cair uma estrela)
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SI PASA UNA ESTRELLA FUGAZ DIME TU NOMBRE Tal vez no debía haber posado mis ojos en ti, yo soy de esos que se enamoran tres veces...
25.9.16
João Guimarães Rosa (GSV-Início)
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– Nonada. Tiros que o senhor ouviu foram de briga de homem não, Deus esteja. Alvejei mira em árvores no quintal, no baixo do cór...
Juan José Saer (Estado poético)
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EL ESTADO POÉTICO Estás en la ventana y cuando creías haber perdido todo olvidado todo he aquí que suena el llamado y oyes la...
24.9.16
Leda Selma (O silêncio)
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O SILÊNCIO O silêncio é sarcástico: se cínico, entorta mentiras; se cético, morde risos; se sóbrio, camufla verdades expo...
23.9.16
Antonio Colinas (Encontro com uma rapariga sueca)
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CITA CON UNA MUCHACHA SUECA ENTRE EL SENA Y LOS CAMPOS ELÍSEOS Mis ojos eran dos nostálgicas panteras. ¿Cómo era aquella luz ...
22.9.16
José Carlos Barros (O caminho de casa)
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O CAMINHO DE CASA A minha avó trazia o cântaro e enchia vagarosamente os púcaros com água. Eu ficava a olhar e por um in...
21.9.16
Ramón Irigoyen (Arte poética)
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ARTE POÉTICA Un poema si no es una pedrada -y en la sien- es un fiambre de palabras muertas si no es una pedrada que parti...
20.9.16
Ricardo Silvestrin (Dança)
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DANÇA Sim, existe a dança: o corpo solto avança e recua leve nos passos matemáticos, um, dois, um, como se fosse mais fácil ...
19.9.16
Eloy Sánchez Rosillo (Corpo adormecido)
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CUERPO DORMIDO A veces recuerdo la tibieza de aquellos días, la gracia de aquel cuerpo dormido, la blancura del lecho en ...
18.9.16
Leda Selma (As mães)
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AS MÃES Mães são manhãs a colher lembranças deixadas nas frestas de tantos silêncios. São fios de noites a cerzir saudades nos beirai...
17.9.16
Eduardo Chirinos (O que meu pai quer)
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LO QUE MI PADRE QUIERE REALMENTE DE MÍ 1 Anoche tuve un sueño. Acompañaba a mi padre por un camino de tierra. Los dos íbamos a c...
16.9.16
João Habitualmente (As raparigas da aldeia)
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AS RAPARIGAS DA ALDEIA Tenho sonhado às vezes com as coradas raparigas da aldeia trazem um leve cheiro à palha e preenchem-m...
15.9.16
José Emilio Pacheco (A véspera)
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LA VÍSPERA A fuerza de explotar a los esclavos y robarse dinero público, hubo auge en los negocios. Así los ricos se volvie...
14.9.16
João Guimarães Rosa (Gargalhada)
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GARGALHADA Quando me disseste que não mais me amavas, e que ias partir, dura, precisa, bela e inabalável, com a impassibilidade...
13.9.16
José Corredor-Matheos (Algumas vezes aborreces-te)
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Unas veces te enfadas, y otras también. Y, de pronto, sonríes. Todo está bien. Me gusta como eres, estés tú como estés. El amor...
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