Rua das Pretas

Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)

30.6.16

José Paulo Paes (Termo de responsabilidade)

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TERMO DE RESPONSABILIDADE mais nada a dizer: só o vício de roer os ossos do ofício já nenhum estandarte à mão enfim a tripa...
29.6.16

Miguel Barnet (O ofício)

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EL OFICIO Quédate con tu misterio, describe la mesa, el animal doméstico, el delantal floreado de la madre, el presuro...
28.6.16

Alberto Pimenta (Nada falta)

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NADA FALTA Ao cair da tarde, passa lá fora a melancólica, antiquíssima flauta do amolador. Vai-se afastando e deixando atrá...
27.6.16

Luis Alberto de Cuenca (Quando vivias na Castellana)

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Cuando vivías en la Castellana usabas un perfume tan amargo que mis manos sufrían al rozarte y se me ahogaban de melancolía. Si íb...
26.6.16

Manuel de Freitas (A Humanidade em Agosto)

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A HUMANIDADE EM AGOSTO Era uma tarde assim, como já sabíamos ou devíamos, pelo menos, calcular: insuportável o calor, duvidosa a...
25.6.16

Leopoldo María Panero (Projecto de um beijo)

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PROYECTO DE UN BESO Te mataré mañana cuando la luna salga y el primer somormujo me diga su palabra te mataré mañana poco antes d...
24.6.16

Manuel Bandeira (Evocação do Recife)

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EVOCAÇÃO DO RECIFE Recife Não a Veneza americana Não a Mauritsstadt dos armadores das Índias Ocidentais Não o Recife dos Masca...
23.6.16

Ramón Irigoyen (La vraie vie est absente)

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LA VRAIE VIE EST ABSENTE Hoy tampoco vendrá llueve ceniza en la entrepierna de la tarde y siento el frío ese que se siente cuand...
22.6.16

Manuel António Pina (Ruínas)

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RUÍNAS Por onde quer que tenha começado, pelo corpo ou pelo sentido, ficou tudo por fazer, o feito e o não feito, como ...
21.6.16

Miquel Martí i Pol (Tempo perdido)

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TEMPO PERDIDO O tempo não se perde nem se ganha, transcorre, e nós vivemo-lo, umas vezes com vento propício, outras com angústia...
20.6.16

Luís Filipe Castro Mendes (Como um adeus português)

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COMO UM ADEUS PORTUGUÊS Meu amor, desaparecido no sono como sonho de outro sonho, meu amor, perdido na música dos versos que faço...
19.6.16

Roberto Vivas Sanz (Deslizar com o destino)

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Deslizarse a través del destino, sin forzarlo, dejándose llevar como una pluma a través de corrientes aéreas. Permitir mecerse por...
18.6.16

Luís de Camões (Um mover de olhos)

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Um mover de olhos, brando e piedoso, Sem ver de quê; um riso brando e honesto, Quase forçado; um doce e humilde gesto, De qualquer ...
17.6.16

Maria Laura Decésare (Somos o que damos)

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SOMOS LO QUE DAMOS Te ofrezco una palabra la que se necesita cuando una herida se abre y la noche nos derrumba. Te ofrezco una...
16.6.16

Louise Warren (A verdadeira noite)

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A verdadeira noite começa fora, sensível e apaixonada por dentro. Meus olhos habituam-se ao escuro e vêem, para lá dos círculos de...
15.6.16

Antonio Colinas (Envio)

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ENVÍO ¿Recuerdas todavía el débil canto del ruiseñor perdido en la enramada? Viste temblar conmigo aquella noche la copa del ci...
14.6.16

Louise Glück (Vésperas)

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VESPERS ["ONCE I BELIEVED IN YOU..."] Once I believed in you; I planted a fig tree. Here, in Vermont, country of no s...
13.6.16

Mercedes Araujo (Silêncio)

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SILENCIO Hay que llegar al silencio por otros caminos. ¿O será cosa de morir allí, a sus pies sin más? Mercedes Araujo ...
12.6.16

José Miguel Silva (A caminho do fogão)

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A CAMINHO DO FOGÃO Adoro essa paixão absurda que tens por Hitchcock, o ar despenteado com que chegas a casa e me dizes: outra v...
11.6.16

Gloria Bosch (A despedida)

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LA DESPEDIDA Si te despides, hazlo con suavidad, sin brusquedades. No me digas: "Estaremos un tiempo sin vernos". ¿Q...
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