Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)
31.5.16
João Guimarães Rosa (Na Mantiqueira)
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NA MANTIQUEIRA Por entre as ameias da cordilheira dormida, a lua se esgueira, como um lótus branco na serra de dorso de um cro...
30.5.16
Carina Sedevich (Minha vizinha lavou)
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Mi vecina ha lavado ropa oscura y la ha extendido en una cuerda al sol. Admiro la coherencia del conjunto. Me regocija la pulcri...
29.5.16
Hilda Hilst (Dez chamamentos ao amigo-IV)
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DEZ CHAMAMENTOS AO AMIGO (IV) Minha medida? Amor. E tua boca na minha Imerecida. Minha vergonha? O verso Ardente. E o meu ro...
28.5.16
Mercedes Araujo (Não adianta)
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No vale hacer de la ocasión una carnicería, invocar fulgores que se han apagado: lo mejor es tomar la lanza empuñarla suavemente ...
27.5.16
Helder Moura Pereira (Eu não tinha nada de felino)
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Eu não tinha nada de felino, tu sabias que eu não tinha nada de felino. Nenhum de nós se admirou quando medi mal a distância e fal...
26.5.16
Gloria Bosch (Até aqui chegámos)
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Hasta aquí hemos llegado después de algunos viajes de ida y vuelta de abundantes luchas y fracasos de decir no puedo más y adelante ...
25.5.16
Gonçalo M. Tavares (Escritor)
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ESCRITOR É um escritor ou então a mulher partiu com outro, e o corpo não recuperou a vontade de se preocupar com a roupa. Espon...
24.5.16
Antonio Martínez Sarrión (A miúda que conheci)
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LA CHICA QUE CONOCÍ EN UNA BODA fue la prima que entonces se casó luego hubo baile piano y batería mucho vino yo diría que ge...
23.5.16
Gil T. Sousa (Passagem)
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PASSAGEM e se nas mãos fechadas as grandes portas se abrissem e passasses tu como este silêncio passa! Gil T. Sousa [ C...
22.5.16
Fernando Valverde (Um lobo)
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UN LOBO Dentro de este poema pasa un lobo que deja sus pisadas en la nieve. Sigiloso y hambriento, recorre una ciudad que mir...
21.5.16
Fernando Pessoa / A. Campos (Ai Margarida)
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Ai, Margarida, Se eu te desse a minha vida, Que farias tu com ela? —Tirava os brincos do prego, Casava c’um homem cego E ia morar...
20.5.16
Elena Soto (Para que meus passos)
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PARA QUE MIS PASOS Y TUS PASOS... He recogido el polvo de tus pasos, y lo he puesto en un cesto de mimbre sobre el agua, lo he e...
19.5.16
Eugénio de Andrade (É quando a chuva cai)
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É quando a chuva cai, é quando olhado devagar que brilha o corpo. Para dizê-lo a boca é muito pouco, era preciso que também as mãos...
18.5.16
Miguel d'Ors (À fogueira)
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CERCA DEL FUEGO A mí dejadme así, cerca del fuego. Yo solo quiero que mi vida sea como un pueblo humeando pensativo -la nieve e...
17.5.16
Dinis Moura (Um sonho)
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Um sonho: que Portugal pintou a sua bandeira com o vermelho da ira que mora no coração dos portugueses e com o verde da espera...
16.5.16
Carina Sedevich (Hoje acabei um amor)
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Hoy disolví un amor. Algunos signos se vieron desplazados. Algunos otros quedaron en el aire. Podría pensarse que es un día dis...
15.5.16
Charles Bukowski (À puta que me levou os poemas)
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TO THE WHORE WHO TOOK MY POEMS some say we should keep personal remorse from the poem, stay abstract, and there is some reason in...
14.5.16
Miguel Barnet (Errata)
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FE DE ERRATAS Donde dice un gran barco blanco debe decir nube donde dice gris debe decir un país lejano y olvidado donde dice ...
13.5.16
Bocage (Chorosos versos meus)
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Chorosos versos meus desentoados, Sem arte, sem beleza e sem brandura, Urdidos pela mão da Desventura, Pela baça Tristeza envenena...
12.5.16
Mariano Crespo (Epitáfio de amantes)
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EPITAFIO PARA AMANTES Morir de amor es un dolor asumible. Lo insoportable es resucitar solo. Mariano Crespo Morrer de...
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