Rua das Pretas

Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)

30.4.16

Manuel Vilas (Delia's gone)

›
DELIA'S GONE Bendito sea el suicidio. Lo mejor de nuestro amor fue suicidarnos. Tantos suicidas en París, en Nueva York, ...
29.4.16

Ruy Belo (A rapariga de cambridge)

›
A RAPARIGA DE CAMBRIDGE Queria conhecer intimamente conhecer a rapariga anónima estendida no relvado ao sol distante de um col...
28.4.16

Luis Cernuda (Clearwater)

›
CLEARWATER Píntalo. Con un pincel delgado, Con color bien ligero. Pinta El reflejo del sol sobre las aguas, En su fondo piedrec...
27.4.16

Ricardo Silvestrin (Não quero mais de um poeta)

›
não quero mais de um poeta que a sua letra palavra presa na página borboleta nem quero saber da sua vida da verdade que nunca foi...
26.4.16

Luis Alberto de Cuenca (Voltaremos a ver-nos)

›
Volveremos a vernos donde siempre es de día y los feos son guapos y eternamente jóvenes, donde los poderosos no abusan de los débile...
25.4.16

Pedro Tamen (Os dias)

›
OS DIAS Naquele tempo, viver era a melhor coisa do mundo. Quando nascia o sol as pessoas viam e os homens eram crianças para alé...
24.4.16

Karmelo C. Iribarren (A herança)

›
LA HERENCIA Últimamente, cuando me asomo al espejo, es mi abuelo el que me mira, más que mi padre. Cincuenta años para empez...
23.4.16

Alexandre Pinheiro Torres (A palavra)

›
Que se há-de fazer? O sofrimento é já indesligável da condição humana, e o homem não faz outra coisa senão acumular a dor em cima de...

Pedro Salinas (Serás, amor-III)

›
Serás, amor, um longo adeus que não acaba? Desde o início que viver é separar-se. Ao primeiro encontro com a luz e os lábios, o co...
22.4.16

Pedro da Silveira (Memórias)

›
MEMÓRIAS 1 Perdi os nomes da inocência. A ignorância, continuo a aprendê-la. 2 Tinem campainhas no azul novo da manhã. Vaca...
21.4.16

Juan Vicente Piqueras (Os deuses dentro)

›
LOS DIOSES DENTRO Los dioses saben más y mejor que nosotros lo que nos hace falta. Les pedimos un hijo y nos mandan un lobo, y n...
20.4.16

Alexandre Pinheiro Torres (Paixão-2)

›
Há quem afirme, muito a sério, que todas as paixões são infelizes. Não nos levam elas, às vezes, ao mais absoluto descontrolo? Mas...

Juan Luis Panero (Não há palavras)

›
NO HAY PALABRAS Tocas un cuerpo, sientes su repetido temblor bajo tus dedos, el cálido transcurrir de la sangre. Recorres la est...
19.4.16

Paulo Leminski (Olinda Wischral)

›
OLINDA WISCHRAL Pessoas deviam poder evaporar quando quisessem não deixar por aí lembranças pedaços carcaças gotas de sangue ...
18.4.16

Manuel Vilas (O último Elvis)

›
EL ÚLTIMO ELVIS Respeta siempre la destrucción de las mujeres y de los hombres que amaron o intentaron, al menos, amar la vida y...
17.4.16

Alexandre Pinheiro Torres (Paixão-1)

›
Define-se paixão como algo que nos acontece ou a que somos submetidos. As paixões tornam-nos passivos quer se trate daquelas que nos...

Juan Gelman (O cachorro)

›
EL PERRO El poema no pide de comer. Come los pobres platos que gente sin vergüenza o pudor le sirve en medio de la noche. La p...
16.4.16

Miguel Martins (Há poetas assim)

›
Há poetas assim, uns gramas de aletria, fina e doce, traficados como se fossem cocaína pura. Alimento energético, é certo, adequad...
15.4.16

Josep M. Rodríguez (Frio)

›
FRÍO Llueve en mitad de la noche, como si aún fuera posible más oscuridad. Puedo escuchar el agua que araña los tejados y con...
14.4.16

Alexandre Pinheiro Torres (A parábola dos choupos)

›
Mil espadas ao rubro estralejam de frio ao mergulhar nas águas. Delicia-se a ouvi-las rechinar. Como se ardessem. Mas, ao mesmo ...
‹
›
Página inicial
Ver a versão da Web

Acerca de mim

A minha foto
Albino M.
Ver o meu perfil completo
Com tecnologia do Blogger.