Rua das Pretas

Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)

30.3.16

Paulo Castilho (Valentim)

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Mas o Valentim tem as suas vantagens. Não me constrange, pouco espaço ocupa na minha vida, é o homem mínimo, é quase como se não exi...

Pedro César Alcubilla (Estrépito)

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ESTRÉPITO El silencio es aquello que se rompe estrepitosamente cuando nos miramos y todo lo que hay alrededor deja de exis...
29.3.16

Manuel Bandeira (Porquinho-da-índia)

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PORQUINHO-DA-ÍNDIA Quando eu tinha seis anos Ganhei um porquinho-da-índia. Que dor de coração me dava Porque o bichinho só quer...
28.3.16

Olga Elena Mattei (A senhora burguesa)

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LA SEÑORA BURGUESA Yo soy una señora burguesa con la barriga inflada y escribo poesías con dolor de garganta. He sido niña pro...
27.3.16

Paulo Castilho (Proletária)

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- Olha que engraçado, o Tiago desta vez arranjou uma proletária. É verdade que estava reagindo a uma provocação, porque era uma conv...

Rosa Aliaga Ibañez (Agora sei)

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AHORA SÉ Ahora sé por larga experiencia el lugar común: en realidad no hay adultos solo niños envejecidos. Quieren lo que no t...
26.3.16

Manuel António Pina (Sétimo dia)

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SÉTIMO DIA                       (Ao Manuel Hermínio) Voltámos, um a um, da tua morte para a nossa vida como quem regressa a c...
25.3.16

Javier Salvago (Nas costas de uma velha foto)

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AL DORSO DE UNA VIEJA FOTOGRAFÍA Todavía no habían llegado los Beatles, ni habían acribillado a Che Guevara. Nat King Cole cant...
24.3.16

Paulo Castilho (Sogra)

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A mãe do Tiago é um caso mais retorcido, insiste em ser sempre super-simpática comigo, mas eu não acredito, a mulher é articulada de m...

Rocío Wittib (Dói mas mantém-nos vivos)

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duele pero nos mantiene vivos que el olor salvaje del recuerdo muerda de tanto en tanto el corazón Rocío Wittib dói mas mant...
23.3.16

Manoel de Barros (Poema)

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POEMA A poesia está guardada nas palavras – é tudo que eu sei. Meu fado é o de não saber quase tudo. Sobre o nada eu tenho profu...
22.3.16

Javier Galarza (Post Prometeo)

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POST PROMETEO calla ahora o habla para siempre sin el don de los mortales ni obstinarte en perdurar Javier Galarza [ S...
21.3.16

Paulo Castilho (Filósofos)

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E o que é que se diz a um filósofo? Eu nem sabia que ainda havia filósofos. Talvez em França. A gente ouviu falar do Platão e so...

Miguel Barnet (No túmulo do poeta desconhecido)

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ANTE LA TUMBA DEL POETA DESCONOCIDO Ante esta tumba inclínate, pastor, y arroja tus semillas. Haz tu mejor discurso, hombre de b...
20.3.16

Luís Quintais (Ílion)

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ÍLION I O que se conta em Ílion não é da perfeição de hexâmetros, mas da destruição da cidade, da impotência de deuses, ho...
19.3.16

Fernando Beltrán (Ela)

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ELLA Es fácil escribir a la mujer que amas, difícil escribir a la mujer que quieres. Bajo la tinta negra de los días y el cora...
18.3.16

Paulo Castilho (Dívida de avé-marias)

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Meia-noite, hora fatal do crime, onde é que eu li isso? Mas não me ocorre um crime que me apeteça cometer. Posso sempre, como dizi...

Eduardo Bechara (Pranto)

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LLANTO Treinta años pidiendo que no lloráramos tu muerte. La primera vez en uno de esos almuerzos de domingo: Carolina tení...
17.3.16

Luís Filipe Castro Mendes (O último amor)

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O ÚLTIMO AMOR Era o último amor. A casa fria, os pés molhados no escuro chão. Era o último amor e não sabia esconder o rosto em...
16.3.16

Hugo Vera Miranda (Os cavaleiros do Apocalipse)

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LOS JINETES DEL APOCALIPSIS ¿Cómo defenderse de los solapados inviernos que anidan las moradas oscuras del deseo? ¿Cómo volver p...
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