Rua das Pretas

Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)

30.9.15

Aquilino Ribeiro (Família)

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Eu sou de família em que as donas se assentavam em esteiras. Muito amor e poucos afagos. Nunca conheci as blandícias e a variadíss...

Paula Ensenyat (Beija-me, às vezes)

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A veces me besa. En el pecho se agitan vendavales de agosto, murmura el mar y en lo profundo, sorprendida, sonríe la tristeza. ...
29.9.15

Mário Cesariny (Estação)

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ESTAÇÃO Esperar ou vir esperar querer ou vir querer-te vou perdendo a noção desta subtileza. Aqui chegado até eu venho ver se me...
28.9.15

Batania (Grades)

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REJAS Ni el amor ni la familia ni la escuela ni la iglesia ni el estado me dieron ninguna libertad. Y sin embargo, puesto...
27.9.15

Aquilino Ribeiro (Sonhos-4)

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Está dito. Todo esse caudal de representações e imagens que a minha consciência, abandonada à onda caprichosa do sonho, abrigava em ...

Biel Vila (Nunca vêm tarde as fadas)

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Nunca llegan tarde las hadas y si sucede, es insignificante: llegan siempre a su hora. Biel Vila Nunca vêm tarde as fadas e...
26.9.15

Fernando Pessoa (Não sei quantas almas tenho)

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Não sei quantas almas tenho. Cada momento mudei. Continuamente me estranho. Nunca me vi nem achei. De tanto ser, só tenho alma. Q...
25.9.15

Marcelo Daniel Díaz (Nós)

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NOSOTROS Era verano, en la superficie de la familia llovían meteoritos. Íbamos en auto de vacaciones y el ruido de una pinchad...
24.9.15

Aquilino Ribeiro (Sonhos-3)

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Os meus sonhos! Alguns, formados por fragmentos da vida real, segundo ocorrera na véspera e me impressionara a retina, eram como as ...

Ape Rotoma (A eles)

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A ELLOS Me gustan los camellos silenciosos y cautos, los que no se apresuran, los que cumplen los ritos, los que te reconocen pe...
23.9.15

Eugénio de Andrade (Sulcos do Verão)

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SULCOS DO VERÃO Correm pelos sulcos do verão. São escuros, e correm para mim. Há quem tenha casa em Corfu e jardins em Granada;...
22.9.15

Manuel Moya (Têm sede)

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TIENEN Tienen sed los campos. Ha llovido poco últimamente. Pasaron las tormentas y no dejaron nada. Sacaron a los ídolos y n...
21.9.15

Aquilino Ribeiro (Sonhos-2)

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Ao ar livre da vigília, as tintas iluminantes volatizavam-se, tão bem como os fuminhos vaporosos. E desvaneciam-se do mesmo modo os ...

Jotaele Andrade (A falta de um peixe no cardume)

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LA. AUSENCIA DE UN PEZ EN EL CARDUMEN te mueres y alrededor sigue el curso de los días faltarás piensas pero será como la aus...
20.9.15

Louise Warren (Eu não faço inventário de palavras)

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Eu não faço inventário de palavras, trabalho a luz para aclarar a consciência. Creio que cada palavra difunde um clarão que vai d...
19.9.15

Ángel González (Epílogo)

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EPÍLOGO Me arrepiento de tanta inútil queja,                            de tanta tentación improcedente. Son las reglas del jue...
18.9.15

Aquilino Ribeiro (Sonhos-1)

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Eu sonhava persistentemente, desperto e a dormir. Àquela altura da vida será legítimo estabelecer distinção entre uma e outra espéci...

Luis Rosales (A última luz)

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LA ÚLTIMA LUZ Eres de cielo hacia la tarde, tienes ya dorada la luz en las pupilas, como un poco de nieve atardeciendo que sabe...
17.9.15

Charles Bukowski (O meu destino)

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O MEU DESTINO como a raposa fujo com os perseguidos e se não sou o homem mais feliz à superfície da terra seguramente que sou...
16.9.15

Luis García Montero (O silêncio e o ruído)

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EL SILENCIO Y EL RUIDO Son números dormidos en la agenda. Nadie quiere borrarlos, pero ellos mismos pierden la memoria, se alej...
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