Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)
30.6.15
José Antonio Fernández Sánchez (Será para não morrer)
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Será para não morrer que eu escrevo. Escolho palavras que gravo por dentro da pele. E espero que não me abandone a fé quando chega...
29.6.15
José Cardoso Pires (Doutorzinho-1)
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Como ia dizendo, tudo isso, aborto, telefonema e tudo o mais, foi apenas o triste pio de um enredo que ela fabricara por si própria e ...
José Ángel Valente (Outubro)
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OCTUBRE Hay una leve luz caída entre las hojas de la tarde. Dame tu mano y cruza de puntillas conmigo para nunca pisarl...
28.6.15
Cassiano Ricardo (Deixa estar, jacaré)
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DEIXA ESTAR, JACARÉ Jacaré da lagoa você nunca esteve triste. Você tem tudo quanto quer. Tem água boa, é dono da lagoa. Vai ao...
27.6.15
José Alcaraz (Marcador)
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MARCAPÁGINAS No hay nadie. La casa te recibe despertando de una siesta. Sus bostezos son luces que se encienden y contagian so...
26.6.15
José Cardoso Pires (Vila Bertha)
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'Vila Bertha, conheces?' perguntou ela. Alexandra passara lá há muitos anos: um pátio de vivendas sossegadíssimas, roseirais ...
José Agustín Goytisolo (Aquela flor instantânea)
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ESA FLOR INSTANTÁNEA Miedo a perderse ambos vivir uno sin otro: miedo a estar alejados en el viento en la niebla en los pasos ...
24.6.15
Jesús Lizano (A beleza)
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LA BELLEZA ¿Y si os dijera que la belleza se encuentra en todas las cosas, que ilumina todos los mundos, que alienta todos los ...
23.6.15
José Cardoso Pires (Zarpar, zarpar)
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Alexandra, vestido de seda, sapato de lagarto, muito executiva, muito Alpha Linn, pousou o relógio: 'A Mana, Deus lhe perdoe, and...
Vanesa Pérez-Sauquillo (No dejes que la luz)
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No dejes que la luz de mi cuerpo te engañe. Voy quemando las naves. Vanesa Pérez-Sauquillo .
22.6.15
Fernando Assis Pacheco (Elegia)
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ELEGIA Já não me lembra bem o pide Catarino nem já chove como chovia nas manhãs da minha rua nem haverá talvez cinco leitores o ...
21.6.15
Valeria Pariso (Segredo)
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SECRETO No es que mi abuela fuese sabia como un gato que guarda alguna vida por si se cae trepando la ventana. Tenía los dedos ...
20.6.15
José Cardoso Pires (Salazar-2)
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Durante dez meses bem contados, o cadáver do excelentíssimo esperneara numa cama, em debate com o Criador sobre a oportunidade ou não ...
Roger Wolfe (Glosa a Celaya)
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GLOSA A CELAYA La poesía es un arma cargada de futuro. Y el futuro es del Banco de Santander. Roger Wolfe .
19.6.15
Amadeu Baptista (Ronda dos traidores)
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RONDA DOS TRAIDORES Povos traídos já o foram muitos. De gregos a romanos a mais de muitos centos todos foram incorporados no gra...
18.6.15
Roberto Bolaño (Sujo, mal vestido)
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SUCIO, MAL VESTIDO En el camino de los perros mi alma encontró a mi corazón. Destrozado, pero vivo, sucio, mal vestido y lleno d...
17.6.15
José Cardoso Pires (Salazar-1)
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Momento, porém. Em relação ao Salazar, o amigo faquir punha reservas. Oficialmente, sim: oficialmente, o doutor dinossauro estava ...
Piedad Bonnett (Agora que já passei)
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Ahora que ya remonto la mitad del camino de mi vida, yo que siempre me apené de las gentes mayores, yo, que soy eterna pues he muert...
16.6.15
Alexandre O'Neill (Seis poemas confiados/VI)
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(VI) A que vens, solidão, com teu relógio de ponteiros de visgo, de bater de feltro? Ombro nenhum ao meu ombro encostado, a que v...
15.6.15
Pepe Ramos (Carne de Maitena)
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CARNE DE MAITENA Llega a casa destrozada. Se descalza y se deja caer en el sillón. Sus lágrimas mojan el papel couché de la s...
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