Rua das Pretas

Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)

31.5.15

Meira Delmar (La señal)

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LA SEÑAL Pronunciaré tu nombre en la última hora. Así sabrá la muerte dónde encontrarme cuando llegue. Meira Delmar .
30.5.15

José Cardoso Pires (Steve)

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De certa maneira Alexandra achava divertido que o Steve, um allmighty boss da Alpha Linn, acabasse sepultado em versalhadas confiden...

Mariano Crespo (Delírio)

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DELÍRIO Y si yo hubiera perdido la cabeza y tú en realidad no existieras y fueras el delirio de un enfermo que ya no separa rea...
29.5.15

Vasco Graça Moura (Blues da morte de amor)

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BLUES DA MORTE DE AMOR já ninguém morre de amor, eu uma vez andei lá perto, estive mesmo quase, era um tempo de humores bem sacu...
28.5.15

María Sanz (O fugitivo)

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EL PRÓFUGO Cuando el tiempo te lleva de su mano hasta la soledad, o cuando el ascua de tu cuerpo se apaga a cada instante por l...
27.5.15

Ruy Belo (Aos homens no cais)

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AOS HOMENS NO CAIS Plantados como árvores no chão ao alto ergueis os vossos troncos nus e o fruto que produz a vossa mão vem do...
26.5.15

Manuel Moya (Não deixes que te arranquem uma tábua)

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No consientas que arranquen una tabla de tu choza. De consentirlo hoy, mañana volverán, cuando arrecie el frío o el tedio los carcom...
25.5.15

Ricardo Silvestrin (Este poema)

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Este poema é uma boa chance pra você ficar calado. Nada soa além do silêncio desta partitura. Uma palavra como esta dançando n...
24.5.15

Luis Alberto de Cuenca (Que complacente)

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Qué complaciente estabas, amor mío, en la pesadilla. El problema no es tener que abandonarlo todo a cambio de ti. El problema es t...
23.5.15

Pedro Tamen (Arca de Noé)

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ARCA DE NOÉ Pronto, pronto, eu faço. Dá um trabalhão mas faço. Corto madeira, arranjo pregos, gasto o martelo. E o pior também: ...
22.5.15

Martha Asunción Alonso (A louca dos gatos)

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LA LOCA DE LOS GATOS Cada vez hay más sitios donde no puedo entrar: el verbo adorar, por ejemplo; o esa puta talla 38 de Inditex...
21.5.15

Pedro da Silveira (Palavras)

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PALAVRAS Que ninguém lhes toque se as não sabe amar como os vivos amam, VIO-LEN-TA-MEN-TE. Pedro da Silveira [ Pico da...
20.5.15

Paula Ensenyat (Cai a pétala)

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Cae el pétalo y choca contra la piel. Salta el recuerdo y me contemplo en la desnudez del beso. Cómo me lleva entre sus olas. C...
19.5.15

Paulo Leminski (Saudosa amnésia)

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SAUDOSA AMNÉSIA Memória é coisa recente. Até ontem, quem lembrava? A coisa veio antes, ou, antes, foi a palavra? Ao perder a l...
18.5.15

Karmelo C. Iribarren (No limite)

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AL LÍMITE Tienes veinte años, tienes la vida por el cuello, a tu merced; pero no es suficiente, quieres más. Conozco esa s...
17.5.15

José Cardoso Pires (Censura-4)

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Partidário do artifício verbal, que lhe veio do Integralismo Lusitano (o Verbo em resposta à Acção), o político do corporativismo tem ...

Juanjo Barral (De amor e outras catástrofes)

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DE AMOR Y OTRAS CATÁSTROFES Ojalá fuese yo el mensajero y no quien recibe la noticia de tu abandono. Ojalá fuera manillas del ...
16.5.15

Murilo Mendes (Canção do exílio)

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CANÇÃO DO EXÍLIO (*) Minha terra tem macieiras da Califórnia onde cantam gaturamos de Veneza. Os poetas da minha terra são preto...
15.5.15

Jorge Riechmann (Teoria do mal menor)

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TEORÍA DEL MAL MENOR 1 El mal menor expulsa del campo de lo posible al bien con la misma eficacia con que la mala moneda pone...
14.5.15

José Cardoso Pires (Censura-3)

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Salvar os mortos e enterrar os vivos, eis o princípio. Com ele o fascismo pôs luto laudatório por um Sérgio que perseguiu e encarcer...
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