Rua das Pretas

Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)

31.3.15

Leonard Cohen (Gostava de ler)

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I'd like to read one of the poems that drove me into poetry I can't remember one line or where to look The same thing h...
30.3.15

Juan Manuel Roca (Diário da noite)

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DIARIO DE LA NOCHE A la hora en que el sueño se desliza Como un ladrón por senderos de fieltro Los poetas beben aguas rumorosas...
29.3.15

Louise Glück (Nostos)

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NOSTOS There was an apple tree in the yard - this would have been forty years ago - behind, only meadows. Drifts of crocus in t...
28.3.15

Antonio Gala (És ainda meu)

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Aún eres mío, porque no te tuve. Cuánto tardan, sin ti, las olas en pasar... Cuando el amor comienza, hay un momento en que Di...
27.3.15

José Miguel Silva (Tudo coisas mortais)

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TUDO COISAS MORTAIS PARA A POESIA A casa, o lume, o sono dobrado do corpo feliz, a cesta de figos, a curva do rio, a fotografia ...
26.3.15

Alfredo Buxán (Enquanto puderes)

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ENQUANTO PUDERES Deixa que cada coisa, lentamente, encontre seu amparo nas paredes desta casa que começa a conhecer-te pelo tom...
25.3.15

Jorge Sousa Braga (De novo o silêncio)

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DE NOVO O SILÊNCIO O silêncio é como se fosse água. Daquela água pura da montanha que se bebe directamente pelo coração. Jo...
24.3.15

Alfonso Brezmes (Amor e mitologia)

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AMOR Y MITOLOGÍA Y luego, cuando el tiempo se detenga como un perro ante el umbral que da paso al cuarto de su amo, y un lento v...
23.3.15

Jorge de Sena (Ode à incompreensão)

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ODE À INCOMPREENSÃO De todas estas palavras não ficará, bem sei, um eco para depois da minha morte que as disse vagarosamente pe...
22.3.15

Juan Vicente Piqueras (Advérbios)

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ADVERBIOS DE LUGAR Aquí es donde estoy yo. Esté donde esté yo siempre estoy aquí donde me ves. Esta casa, estas caras, estas c...
21.3.15

João Guimarães Rosa (Tentativa)

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TENTATIVA Manhã básica, alcalina, neutralizando a gota ácida do sol. O tornassol do céu, no fundo do grande tubo de ensaio, va...
20.3.15

Laia Noguera (Falaria de ti como um triunfo)

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Hablaría de ti como un triunfo. Como una banda de música. Pero hay grietas en las paredes. Por eso te cojo la mano. Éste es el reg...
19.3.15

Inês Dias (Menina calçando a meia)

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MENINA CALÇANDO A MEIA Não te mexas. O futuro é perder o equilíbrio, cair até bater no fundo de uma insónia hora a hora inter...
18.3.15

Jorge Teillier (Para falar com os mortos)

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Para hablar con los muertos hay que elegir palabras que ellos reconozcan tan fácilmente como sus manos reconocían el pelaje de sus...
16.3.15

Juan Manuel Roca (Poema invadido por romanos)

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POEMA INVADIDO POR ROMANOS Los romanos eran maliciosos. Llenaron Europa de ruinas confabulados con el tiempo. Les interesaba el...
15.3.15

Gonçalo M. Tavares (Eu não quero mudar o mundo)

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EU NÃO QUERO MUDAR O MUNDO Eu não quero mudar o mundo. Não tenho tempo para isso. Quem quer mudar o lugar do mundo actua como q...
14.3.15

Laura Casielles (Primeira conjugação)

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PRIMERA CONJUGACIÓN Encontrar las palabras elementales. Aprender cómo decir 'perdón' en el idioma del que irr...
13.3.15

Francisco Rodrigues Lobo (Como passarei sem ponte?)

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(Mote) Vai o rio de monte a monte, Como passarei sem ponte? (Voltas) É o vau mui arriscado, só nele é certo o perigo; O t...
12.3.15

Jorge Riechmann (Alabanza sucinta)

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ALABANZA SUCINTA DE LA ENAMORADA Cada vez que me miras nazco en tus ojos. Jorge Riechmann .
11.3.15

Francisco Alvim (Um homem)

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  UM HOMEM De regresso ao mundo e a meu corpo As estradas já não anoitecem à sombra de meus gestos nem meu rastro lhes imprime...
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