Rua das Pretas

Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)

28.2.14

Laura Ponce (O caule)

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EL TALLO Tan frágil es lo que sostiene, tan frágil es lo que derriba. La vida entera suspendida en la comisura de unos ojo...
27.2.14

Pedro Tamen (Muito mais que praia)

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MUITO MAIS QUE PRAIA Ondeia, assume, rememora, abriga a espuma em coração disperso. Uma ferida aberta afirma e cede à sementei...
26.2.14

Miguel Hernández (Os cobardes)

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LOS COBARDES Hombres veo que de hombres sólo tienen, sólo gastan el parecer y el cigarro, el pantalón y la barba. En el coraz...
25.2.14

Um verso (131)

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Um verso de Ana Paula Inácio (lá da Terra Chã, ou lá donde é): Os milagres acontecem a horas incertas Ana Paula Inácio .

Paulo Leminski (Vão é tudo)

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vão é tudo que não for prazer repartido prazer entre parceiros vãs todas as coisas que vão Paulo Leminski .
24.2.14

Miguel d'Ors (Variações sobre um tema de Stevens)

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VARIACIONES SOBRE UN TEMA DE STEVENS No es el canto del mirlo: es el silencio que nos deja, un silencio que es algo diferente d...
23.2.14

Murilo Mendes (Pós-poema)

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  PÓS-POEMA O anteontem - não do tempo mas de mim - Sorri sem jeito E fica nos arredores do que vai acontecer Como menino que p...
22.2.14

Miguel Martins (Parece)

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PARECE Parece que não vale a pena Parece que já não vale a pena Parece que já nada vale a pena Parece que AQUI já nada vale...
21.2.14

Francisco J. Picón (Codeja)

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HIELA Hiela en los arrabales de la soledad, en los caminos recónditos de las miradas perdidas, en el silencio dormido de la pal...
20.2.14

Mário Cesariny (Lembra-te)

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Lembra-te que todos os momentos que nos coroaram todas as estradas radiosas que abrimos irão achando sem fim seu ansioso lugar ...
19.2.14

Maria do Rosário Pedreira (Se o vires)

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Se o vires, diz-lhe que o tempo dele não passou; que me sento na cama, distraída, a dobar demoras e, sem querer, talvez embarace as ...
18.2.14

Max Aub (Testamento)

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TESTAMENTO Tiéndanme en la tierra con los ojos abiertos, que pueda ver las nubes corriendo por el cielo. Y que me dore el s...
17.2.14

Marcos Siscar (Tome seu café e saia)

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TOME SEU CAFÉ E SAIA a quem interessa o fracasso do outro por que nos interessa o fracasso ou a dor de viver é mais forte que o...
16.2.14

Um verso (130)

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Um verso de Manuel de Freitas (esticando três numa linha...): A suave desrazão daquele charro fez-nos perceber subitamente tud...

Gina Saraceni (Das batalhas do amor)

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De las batallas del amor se regresa con el vientre abierto, sin paredes, dando tumbos por el arduo combate de la noche. Se reg...
15.2.14

Maria Teresa Horta (Caminho)

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CAMINHO Na boca as palavras encontram-se equilibram-se deslizam na língua são leite ou saliva Persistem resistem obje...
14.2.14

Meira Delmar (Além)

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ALLÁ Si acaso al otro lado de la vida otra vez, por azar, nos encontramos, ¿se reconocerán nuestras miradas o seremos tan sólo u...
13.2.14

José Tolentino Mendonça (Silêncio)

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Silêncio: contemplar a neve até confundir-se com ela. José Tolentino Mendonça [ Poema possível ] .
12.2.14

Mario Benedetti (Chau número três)

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CHAU NÚMERO TRES Te dejo con tu vida tu trabajo tu gente con tus puestas de sol y tus amaneceres sembrando tu confianza te d...
11.2.14

Mario Quintana (Projeto de prefácio)

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PROJETO DE PREFÁCIO Sábias agudezas… refinamentos… - não! Nada disso encontrarás aqui. Um poema não é para te distraíres como ...
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