Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)
31.7.13
Antonio Orihuela (No fim de jantar)
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Al final de la comida le he enseñado a mi madre el libro de poemas que acaban de publicarme. La artritis de sus manos apenas le ...
30.7.13
Um verso (121)
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Um verso de Eugénio (sem mais aquelas): Cada sonho morre às mãos de outro sonho Eugénio de Andrade .
Antonio Machado (À noite sonhei que ouvia)
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Anoche soné que oía a Dios, gritándome: ¡Alerta! Luego era Dios quien dormía, y yo gritaba: ¡Despierta! Antonio Machado À n...
29.7.13
Manuel António Pina (A ferida)
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A FERIDA Real, real, porque me abandonaste? E, no entanto, às vezes bem preciso de entregar nas tuas mãos o meu espírito e que,...
28.7.13
Ángel Guinda (Morrer)
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MORIR Morir es no volver a estar a la misma hora, en los mismos lugares, con las mismas personas. No aparecer, cada mañana, c...
27.7.13
Camilo Castelo Branco (O Veríssimo)
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O Veríssimo saiu de Alvações, onde não possuía palmo de terra; e, como tinha boa forma de letra, ofereceu-se para amanuense a um ...
Aníbal Núñez (Sintomas de velhice)
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SÍNTOMAS DE VEJEZ Ya el poeta no hace como antes boceto de sus lágrimas ni refunde su canto hasta el poema. Ahora directamente...
26.7.13
Casimiro de Brito (Arte poética)
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ARTE POÉTICA DA PALAVRA Silêncio: a palavra respira. Corpo deitado no mar. Silêncio de fogo e música. Silêncio: a palavra s...
25.7.13
Jaime Sabines (Quero-te)
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TE QUIERO Te quiero a las diez de la mañana, y a las once, y a las doce del día. Te quiero con toda mi alma y con todo mi cuerpo, ...
24.7.13
Rui Zink (Aleluia)
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Ironicamente, havia males que vinham por bem, o acidente dera-lhe um pretexto óptimo para chegar tarde a casa. Ema bem podia reto...
Ángel González (Leio poemas)
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LEO POEMAS Leo poemas al azar, leo casi sin pensar en lo que leo. Cuando me encuentro un verso triste, siento en el alma como una...
23.7.13
Manoel de Barros (Palavras)
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PALAVRAS Veio-me dizer que eu desestruturo a linguagem. Eu desestruturo a linguagem? Vejamos: eu estou bem sentado num lugar. ...
22.7.13
Ana Pérez Cañamares (O caminho do erro)
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EL CAMINO DEL ERROR El camino del error es pedregoso. Sólo cabe tropezar, caer, volver a levantarse. Un segundo de humildad cu...
21.7.13
Camilo Castelo Branco (O morgado de Barrimau)
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O Zeferino era afilhado do morgado de Barrimau, um major de cavalaria, convencionado em Évora Monte, miguelista intransigente, mas cor...
Francisca Aguirre (Ítaca)
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ÍTACA ¿Y quién alguna vez no estuvo en Ítaca? ¿Quién no conoce su áspero panorama, el anillo de mar que la comprime, la austera...
20.7.13
Luís Filipe Parrado (Tudo o que o meu pai me disse)
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TUDO O QUE O MEU PAI ME DISSE QUANDO, AOS 15 ANOS, DECLAREI EM FAMÍLIA QUE IRIA COMEÇAR A ESCREVER POESIA "Antes de te sent...
19.7.13
Hugo Gutiérrez Vega (Confusões)
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(IX) Confusiones sobre una discutible "ars poetica" trasnochada romántica. Me...
18.7.13
Ver (142)
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[ Francis Giacobetti ] .
Horacio Castillo (Arte poética)
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ARTE POÉTICA Soltar la lengua, de manera que no trabe el producto que viene desde adentro, impulsado por una fuerza superior y ...
17.7.13
David Mourão-Ferreira (Baptismo)
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BAPTISMO Para atrasar a morte vamos abrir a noite com música de jazz Percorrê-la depois num barco de borracha Celebrar o segred...
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