Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)
29.6.13
Camilo Castelo Branco (Negociara a filha)
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Negociara a filha com o Zeferino como tinha negociado com o Tarraxa a vaca amarela na feira dos 13. Eis um caso esquisito de aldeia ...
Eugenio Montejo (Dura menos um homem)
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Dura menos un hombre que una vela pero la tierra prefiere su lumbre para seguir el paso de los astros. Dura menos que un árbol, ...
28.6.13
Miguel Torga (Panorama)
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PANORAMA Pátria vista da fraga onde nasci. Que infinito silêncio circular! De cada ponto cardeal assoma A mesma expressão muda....
27.6.13
Enrique García-Máiquez (Daí a poesia)
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POR ESO LA POESÍA La novela lo malo es lo que exige: requiere un adulterio, asesinatos, viajes larguísimos, curiosas coincidenci...
26.6.13
Ver (139)
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Sete Cidades (S.Miguel) Descobrir Portugal (1) Maravilhas de Portugal (2-3) .
Jacob Iglesias (Nota)
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NOTA Olvidarme de ese poema memorable que comenzaría “Unos mentirosos de nacimiento buscando ansiosamente verdades. Eso es lo q...
25.6.13
João de Deus (Miséria)
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MISÉRIA Era já noite cerrada, Diz o filho: "Oh minha mãe, Debaixo daquela arcada Passava-se a noite bem!" A cega, q...
24.6.13
Eloy Sánchez Rosillo (Madrigal)
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MADRIGAL Has abierto mi libro y vas, despacio, con atención, leyéndolo. Tus ojos se detienen ahora ante esta página. Empiezas a...
23.6.13
Rui Zink (Negócios com Deus)
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Em miúdo, Paulo Gomes fazia negociatas com Deus. Se o pai não lhe desse uma sova por não ir a horas para a mesa, prometia a Deus que ...
Eduardo Mitre (Prólogo ao presente)
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PRÓLOGO AL PRESENTE Abre los ojos. Despierta. El Paraíso está aquí, de vuelta. Con todos y todo en la luz pasajera. Es (no h...
22.6.13
Jaime Salazar Sampaio (Insónia)
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(Homenagem à fonte) INSÓNIA ficou da infância a febre de correr parado p...
21.6.13
Eduardo Llanos (Testamento do pater familias)
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TESTAMENTO DEL PATER FAMILIAS Yo, Anastasio Rencoret Iriarte, natural de aqueste reyno de Chile, hijo lejítimo del mui mucho amor...
20.6.13
Ver (138)
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Doiro (2) x Tejo (1) [ Regressar às origens ] .
Manuel Moya / Violeta (In memoriam M.R.)
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IN MEMORIAM M. R. ¿Joderte? ¿Para qué? Eres ya un muerto, una piltrafa y tú lo sabes. ¿Si quiero más? No, no quiero más, estoy c...
19.6.13
Inês Dias (Requiem por um pássaro)
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REQUIEM POR UM PÁSSARO E UM AUTOCARRO PERDIDO Mais um dia em forma de pássaro morto. Uma amálgama ainda quente da manhã que nas...
18.6.13
Victor Botas (Horacio, I, XI)
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HORACIO I, XI (GLOSA) No es solución, amigo Horacio, eso (tan sobadito ya) del carpe diem , y después que te quiten lo b...
17.6.13
Camilo Castelo Branco (D. Andresa)
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D. Andresa era senhora ajuizada, muito séria, educada no convento de Vairão; tinha missa em casa, e escrevia cartas a diversas freir...
Manuel Moya (Canção do Tejo)
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CANCIÓN DEL TAJO Me quiero navegable como el Tajo y que un hato de lucios o de tencas salten por mi vientre. En invierno quiero...
16.6.13
Gonçalo M. Tavares (O sol)
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O SOL Na infância o sol era um companheiro mais alto, que aparecera primeiro no campo de futebol, e aí, parado, guardava as cost...
15.6.13
Mirta Rosenberg (Elegia)
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UNA ELEGÍA En la época de mi madre las mujeres eran probables. Mi madre se sentaba junto a mi abuela y las dos eran completamen...
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