Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)
31.3.13
Ver (128)
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[ BRETONS SANS FRONTIERES ] .
Carlos Marzal (Cautela)
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CAUTELA Tu infierno aún tiene un escalón no descendido. Hay muertes que no has muerto todavía. Por poco que imagines, si imagina...
30.3.13
Vitorino Nemésio (Arte poética)
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ARTE POÉTICA A poesia do abstracto... Talvez. Mas um pouco de calor, a exaltação de cada momento é melhor. Quando sopra o ven...
29.3.13
Carlos Edmundo de Ory (Num café)
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EN UN CAFÉ He vuelto ahora sin saber por qué a estar triste más triste que un tintero Triste no soy o si lo soy no sé la maldit...
28.3.13
João Araújo Correia (Contos Bárbaros - Vocabulário - G-Z)
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guicho (espetado, teso, levantado) heradeira (hera) horsa (égua) impontar (despedir, mandar embora / impontar o hóspede, à força de...
Blas de Otero (Tempo de poemas)
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TIEMPO DE POEMAS Se me ha acercado una niña, y me ha preguntado: ¿Qué es la poesía? Y yo le he contestado: La poesía eres tú cua...
27.3.13
Murilo Mendes (Por causa de Jandira)
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POR CAUSA DE JANDIRA O mundo começava nos seios de Jandira. Depois surgiram outras peças da criação: Surgiram os cabelos para c...
26.3.13
Berna Wang (Anoitece)
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Anochece y el cielo, con todos sus colores, se va haciendo cada vez más grande, hasta devorar el sol, todas las nubes, el horizon...
25.3.13
Um verso (118)
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Um verso de Al Berto (sem mais nada entre parênteses): Onde me abrigo do mortal brilho do meio-dia Al Berto .
Antonio Orihuela (Way out)
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WAY OUT La poesía dejará de ser una cosa triste cuando empiece a tener que ver con la vida de la gente, cuando la gente vuelva a...
24.3.13
Miguel Martins (Na noite clara da tua morte)
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Na noite clara da tua morte Pai parto de vez para a margem da brandura Levo nos olhos esta luz de dor feixes opacos medas de cansaç...
23.3.13
Antonio Machado (O olho que vês)
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O olho que vês não é olho porque o vejas; é olho porque te vê. Antonio Machado .
22.3.13
João Araújo Correia (Contos Bárbaros - Vocabulário - A-F)
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a contar de (... Maio =a partir de) acadimar (habituar, afazer / foi-se acadimando à condição de devedor) afeito (habituado) agranh...
Antonio Gamoneda (Envelheceu dentro dos teus olhos)
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Envelheceu dentro de teus olhos: eras a doçura e o extermínio e amei teu corpo em seus frutos nocturnos. Tua inocência é como uma...
21.3.13
César Simón (Uma tarde por outra)
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DE TARDE EN TARDE A veces, de tarde en tarde, paso por aquella playa. Y nada pediría, si se me ofreciese; que todo regresara, p...
20.3.13
Blanca Varela (A rose is a rose)
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A ROSE IS A ROSE inmóvil devora luz se abre obscenamente roja es la detestable perfección de lo efímero infesta la poesía con...
19.3.13
Um verso (117)
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Um verso de Herberto ( que corta o fogo): o fósforo e a lixa do teu nome riscam e calcinam a língua portuguesa Herberto Hel...
Aníbal Núñez (Rima)
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RIMA La vida es la ruleta en que apostamos todos el amor es algo maravilloso el tiempo es oro nuestras vidas son los ríos que ...
18.3.13
Rui Pires Cabral (A secção dos congelados)
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A SECÇÃO DOS CONGELADOS Truncadas, indefinidas, passam na memória como filmes mudos pequenas histórias de amor carnal. Os grand...
17.3.13
Ángel Petisme (Poemail 303)
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POEMAIL 303 Es una piedra interesante mi puto corazón. Cuando la miras se ilumina, cuando la tocas, apenas diez segundos, se pon...
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