Rua das Pretas

Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)

28.2.13

Maria do Rosário Pedreira (Ofereço-te palavras)

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OFEREÇO-TE PALAVRAS Se terminar este poema, partirás. Depois da mordedura vã do meu silêncio e das pedras que te atirei ao coraç...
27.2.13

Alejandro Céspedes (Empenhas-te em chegar até final)

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(VIII) Te empeñas en llegar hasta el final, en exhumar ausencias, noches rotas, mientras te va emergiendo de yo no sé qué abismo ...
26.2.13

Paulo Moreiras (O Ouro dos Corcundas - Vocabulário - A-F)

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aboiz (armadilha / o... estava preparado e não poderiam escapar) abronho* (disse o padre, já esquecido do empachado...) acachada (de...

Alejandra Pizarnik (Infância)

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INFANCIA Horas en que la yerba crece en la memoria del caballo. El viento pronuncia discursos ingenuos en honor de las lilas...
25.2.13

Jorge de Sena (Hei-de ser tudo o que eles querem)

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Hei-de ser tudo o que eles querem: a raiva é toda de eu não ser um espelho em que mirem com gosto os próprios cornos, as caudas co...
24.2.13

América Martínez Ferrer (Anuncia-me)

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(IV) Anúnciame Espanta las sombras que ladran a mi paso y los ojos curiosos que desde los resquicios me ven andar a tientas desa...
23.2.13

Um verso (116)

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Um verso de Ramos Rosa (da luz e da sombra): Escrever é abrir na sombra uma sombra e respirar na sombra um corpo de sombra ...

Alberto Vega ( Boa noite, amigos)

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BUENAS NOCHES, AMIGOS Te aguardaba en estos versos. Entre la niebla cotidiana y unos granos de opio elegí este horizonte de noc...
22.2.13

Manuel de Freitas (Haiku do Beco São Miguel)

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HAIKU DO BECO SÃO MIGUEL As palavras são para as ocasiões, o luto é quotidiano. Não passou por aqui o amor. Manuel de Freita...
21.2.13

Rogelio Ramos Signes (O olhar comprometido)

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LA MIRADA CÓMPLICE Párate frente al espejo sin miedo, sin ropa, sin complejos. Acomoda el orden vanidoso de tu pelo con algún a...
20.2.13

Paulo Moreiras (Custódio Henriques)

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Custódio Henriques Brás regressou a Chão de Couce, depois de vazado o calhandro, estrelando ares de pintalegrete, com o coração a estr...

Claudio Rodríguez (O que não é sonho)

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LO QUE NO ES SUEÑO Déjame que te hable en esta hora de dolor, con alegres palabras. Ya se sabe que el escorpión, la sanguijuela...
19.2.13

René Char (Estrangulei meu irmão)

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J'AI ÉTRANGLÉ MON FRÈRE J'ai étranglé Mon frère Parce qu'il n'aimait pas dormir La fenêtre ouverte Ma soeur ...
18.2.13

Juan Antonio González Iglesias (Este é o meu corpo)

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ESTO ES MI CUERPO Esto es mi cuerpo. Aquí coinciden el lenguaje y el amor. La suma de las líneas que he escrito ha dibujado no...
17.2.13

Olhar (123)

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Ançã>Cantanhede .

Roque Dalton (A verdade é concreta)

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LA VERDAD ES CONCRETA (I) Tú le diste un corazón de carne y sangre a la verdad pero nos advertiste que funcionaba como una bomb...
16.2.13

Manuel Bandeira (Belo belo - II)

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BELO BELO-II Belo belo minha bela Tenho tudo que não quero Não tenho nada que quero Não quero óculos nem tosse Nem obrigação de...
15.2.13

Francisco Brines (Alocução pagã)

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ALOCUCIÓN PAGANA ¿Es que, acaso, estimáis que por creer en la inmortalidad, os tendrá que ser dada? Es obra de la fe, del egoísm...
14.2.13

Um verso (115)

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Um verso de Forte (um verso forte?): Dente por dente: a boca no coração do sangue: escolher a tempo a nossa morte e amá-la . ...

Marcelo Daniel Díaz (Newton e eu)

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NEWTON Y YO La manzana que cayó durante la siesta de Newton descansa en mis manos como un agujero negro hambriento de sentidos. ...
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