Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)
31.1.13
Miriam Reyes (Às vezes passo dias)
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Eventualmente paso días enteros sangrando (por negarme a ser madre). El vientre vacío sangra exagerado e implacable como una mujer ...
30.1.13
Um verso (114)
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Um verso de O’Neill (moreno português, já disse?): Imaginar, primeiro, é ver. Imaginar é conhecer, portanto agir. Alexandr...
Marcelo Daniel Díaz (O astronauta)
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EL ASTRONAUTA En la madrugada las estrellas y las ecuaciones tejen la red de una araña negra que mastica los huesos de ...
29.1.13
Mario Quintana (Emergência)
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EMERGÊNCIA Quem faz um poema abre uma janela. Respira, tu que estás numa cela abafada, esse ar que entra por ela. Por isso é q...
28.1.13
Pedro Andreu (Nunca me abras a porta)
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NUNCA ME ABRAS LA PUERTA Pero no importa, dale, llévate mi alegría en tus labios, haz papel de fumar mis poemarios, cambia la ce...
27.1.13
Paulo Moreiras (A taberna do Pasquino)
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Alguns pingarolas e peraltas ainda permaneciam na beberrónia, na taberna do Pasquino, numa dolência parda, embalada pelo vinho de enfo...
Miguel d'Ors (Caminho de imperfeição)
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CAMINO DE IMPERFECCIÓN Joven, yo era un vanidoso inaguantable. «Esto va mal», me dijo un día el espejo. «Tienes que corregirte»...
26.1.13
José Luís Peixoto (Carta de condução)
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CARTA DE CONDUÇÃO Já tive um carro da cor dos teus olhos. Deixava-o estacionado à frente de prostíbulos onde alugava quartos com...
25.1.13
Luis Alberto de Cuenca (A ruiva louca)
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LA LOCA DEL PELO ROJO No, no te parecías a Van Gogh (salvo en el pelo rojo, que, en tu caso, no era de nacimiento, sino apócrifo...
24.1.13
João Araújo Correia (O sorriso desta peixeira)
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O sorriso desta peixeira... Repararam? Sorriu-lhe a canastra do peixe, as ramagens do lenço, o oiro das arrecadas, o oiro do cordã...
Karmelo C. Iribarren (Guarda-chuvas e táxis)
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LOS PARAGUAS, LOS TAXIS Acabo de tirarlo, 35 minutos bajo la tormenta -esperando un maldito taxi- han podido con él. Pero có...
23.1.13
Ferreira Gullar (No corpo)
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NO CORPO De que vale tentar reconstruir com palavras O que o verão levou Entre nuvens e risos Junto com o jornal velho pelos ar...
22.1.13
José Luis García Martín (Reminiscências)
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REMINISCENCIAS Amor que no devasta no es amor. Lees a Omar Jayyam en esta plaza de bronce y de palomas aún con olor a oriente y d...
21.1.13
Enrique García-Máiquez (Aguarela)
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ACUARELA La playa de siempre se ha vuelto más tímida. La luz de septiembre tersa, tenue, tibia, cansada se acuesta cerca de ...
20.1.13
José Alberto Oliveira (Guia de perplexos)
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GUIA DE PERPLEXOS Tenho-me conformado à dita destes poemas: convencido da sinceridade dos espelhos, tenho deixado que a pert...
19.1.13
Jorge M. Molinero (Há sempre uma gota)
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Siempre hay una gota que colma el vaso. Recemos en quien tú creas - dios, Maradona o Michael Hutchence. Recemos, para que esta,...
18.1.13
Paulo Moreiras (A inveja)
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Desde o princípio do mundo que a inveja cega os homens e toma, nas paixões da alma, vaidoso domicílio. E tão cegos se acham esses in...
Jorge Riechmann (Para escrever poesia)
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PARA ESCRIBIR POESÍA (7) No cambiéis los nombres. Preservad los nombres antiguos. Renovad cada día el pacto de los nombres. Y ...
17.1.13
João de Deus (Dia de anos)
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DIA DE ANOS Com que então caiu na asneira De fazer na quinta-feira Vinte e seis anos! Que tolo! Ainda se os desfizesse... Mas ...
16.1.13
Jorge Espina (A neve dissipa-se)
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A neve dissipa-se deixando a nu o céu verde da infância orvalha o vento é uma música celta os amigos de sempre a cidra a voz d...
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