Rua das Pretas

Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)

1.8.12

Raymond Carver (Felicidade)

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HAPPINESS So early it’s almost dark out. I’m near the window with coffee, and the usual early morning stuff that passes for thoug...
31.7.12

Julio Cortázar (Depois da festa)

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DESPUÉS DE LAS FIESTAS Y cuando todo el mundo se iba y nos quedábamos los dos entre vasos vacíos y ceniceros sucios, qué hermo...
30.7.12

Almeida Garrett (O vale de Santarém)

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Benévolo e paciente leitor, o que eu tenho decerto ainda é consciência, um resto de consciência: acabemos com estas digressões e perena...

Félix Grande (O fugitivo)

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LO FUGITIVO Mi recién conocida Loba no nos pidamos groseras garantías Que dure un día un año un mes es lateral en el amor Qu...
29.7.12

Luís Filipe Parrado (Natureza morta com maçãs)

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NATUREZA MORTA COM MAÇÃS É triste o espectáculo do amor apodrecendo aos poucos na fruteira as maçãs que te trouxe têm agora a...
28.7.12

Víctor Botas (Um dia estarei morto)

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Un día estaré muerto. De la mano que en soledad escribe estas palabras una tarde de otoño, sólo un vano resumen quedará, una ma...
27.7.12

Ver (104)

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[ Rui Pires ] .

José Luis Piquero (Entrevista com o Golem)

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 ENTREVISTA CON EL GOLEM ¿Razón de ser? No lo he pensado mucho. Ha de haber algo más que estas tareas mecánicas: la casa la hag...
26.7.12

José Gomes Ferreira (Um dia saberás)

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Um dia saberás que nasceste como eu com a solidão nos olhos atados na lua a gritar no pesadelo de uma ilha. E a ver a morte cresce...
25.7.12

José Luis Hidalgo (Nasci e morri tantas vezes)

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¡He nacido y he muerto tantas veces! El hombre que ahora soy no lo comprendo, acaso no soy yo, es aquel otro hundido y olvida...
24.7.12

Um verso (107)

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Um verso de Rosa (em tempos, o cravo da freguesia): Mas quando chegas o corpo não tem peso Rosa Alice Branco .

Francisco Brines (Copo partido)

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VASO QUEBRADO Hay veces en que el alma se quiebra como un vaso, y antes que se rompa y muera (porque las cosas se mueren tambié...
23.7.12

João de Deus (Adoração)

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ADORAÇÃO Vi o teu rosto lindo, Esse rosto sem par; Contemplei-o de longe mudo e quedo, Como quem volta de áspero degredo E vê a...
22.7.12

José Luis García Martín (Ruas)

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CALLES Calles de una ciudad que desconozco con poca gente y viento y lluvia gris. Espero a quien no llega mientras altas se enci...
21.7.12

Ver (103)

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[ Duarte Belo ] .

José Emilio Pacheco (Resumindo)

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EN RESUMIDAS CUENTAS ¿En dónde está lo que pasó y qué se hizo de tanta gente? A medida que avanza el tiempo vamos haciendo m...
20.7.12

Jaime Salazar Sampaio (Há sempre um erro novo)

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Há sempre um erro novo à nossa espera. Seja ele um cubo ou uma esfera, há que recebê-lo com alegria. É um erro novo. Está à nossa...
19.7.12

Alberto Vega (Geografia do sonho)

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GEOGRAFIA DO SONHO Tormenta de lua quieta, na travesseira um arcanjo de neve acorda-nos com cem olhos abertos para o sonho. ...
18.7.12

Almeida Garrett (Tenho mais que fazer)

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Isto pensava, isto escrevo; isto tinha na alma, isto vai no papel: que doutro modo não sei escrever. Muito me pesa, leitor amigo, se ...

José Corredor-Matheos (Um cão ladra)

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Está ladrando un perro, porque pasa otro perro, y me pregunto si he de ladrar también. Hay pájaros que vuelan y otros que picotean ...
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