Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)
3.6.11
César Vallejo (Considerando friamente)
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Considerando en frío, imparcialmente, que el hombre es triste, tose y, sin embargo, se complace en su pecho colorado; que lo único qu...
2.6.11
Manuel Bandeira (Desencanto)
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DESENCANTO Eu faço versos como quem chora De desalento... de desencanto... Fecha o meu livro, se por agora Não tens motivo nenh...
Roger Wolfe (Mulheres)
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MUJERES En verano nunca sé muy bien si es que las mujeres se van quitando ropa o es que no terminan de ponérsela. En cualquie...
1.6.11
Bertolt Brecht (Hino a Deus)
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HINO A DEUS 1 Fundo nos vales escuros morrem os famintos. Mas tu mostras-lhes pão e deixa-los morrer. Mas tu reinas eterno e invi...
Celso Emilio Ferreiro (Libremente)
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LIBREMENTE Nós queríamos libremente comer o pan de cada día. Libremente mordelo, masticalo, dixerilo sin medo, libremente fala...
31.5.11
Armando Silva Carvalho (Louvor e imitação de Herberto Helder)
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LOUVOR E IMITAÇÃO DE HERBERTO HELDER Os poemas quebrados, a fulgurante loucura dos cometas, os mártires que revolvem a terra co...
30.5.11
Félix Grande (Casida da madrugada alta)
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CASIDA DE LA ALTA MADRUGADA Cuando te acuerdes de mi cuerpo y no puedas dormir y te levantes medio desnuda y camines a tientas p...
29.5.11
Alda Merini (Quem tiver medo da morte)
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Chi ha paura della morte si offenda. La morte è una riviera musicale, il seno curvo della donna amata. Non c'è spazio tra l...
Ulalume González (Palavra)
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PALABRA Pronunciada palabra tán sola tán desnuda: regrésate a vestirte de indecible. Ulalume González de León Pronun...
28.5.11
Saul Dias (Sangue)
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SANGUE Versos escrevem-se depois de ter sofrido. O coração dita-os apressadamente. E a mão tremente quer fixar no papel os so...
Chantal Maillard (Intervalo)
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INTERMEDIO Entre una imagen tuya y otra imagen de ti el mundo queda detenido. En suspenso. Y mi vida es ese pájaro pegado al...
27.5.11
Olhar (96)
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O sole mio... .
Carlos Marzal (O poço selvagem)
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EL POZO SALVAJE Por más que aburras esa melodía monótona y brumosa de la vida diaria, y que te amansa; por más lobo sin dientes...
26.5.11
Amadeu Baptista (O centro do mundo)
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O CENTRO DO MUNDO (16) Não leves nenhum desespero para casa. Os que sofrem hoje não são os que sofrerão amanhã. Os que i...
25.5.11
Federico García Lorca (Adelina, de passeio)
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ADELINA, DE PASEO La mar no tiene naranjas, ni Sevilla tiene amor. Morena, qué luz de fuego. Préstame tu quitasol. Me pondr...
24.5.11
W. B. Yeats (Uma canção da bebida)
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A DRINKING SONG Wine comes in at the mouth And love comes in at the eye; That's all we shall know for truth Before we grow old ...
Blas de Otero (Na imensa maioria)
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EN LA INMENSA MAYORIA Podrá faltarme el aire, el agua, el pan, sé que me faltarán. El aire, que no es de nadie. El agua, que es de...
23.5.11
Fernando Assis Pacheco (A namoradinha de organdi)
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A NAMORADINHA DE ORGANDI Como na dança ritual dos patos colhereiros se te amei foi a cem por cento da minha capacidade metafórica ...
Antonio Orihuela (São becos)
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Son callejones mis cinco sentidos, por fiarme de ellos ando perdido. Antonio Orihuela São becos meus cinco sentidos, por...
22.5.11
Russell Edson (A autópsia)
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THE AUTOPSY In a back room a man is performing an autopsy on an old raincoat. His wife appears in the doorway with a candle and ask...
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