Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)
7.2.11
Paulo Leminski (Haicai)
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HAICAI a estrela cadente me caiu ainda quente na palma da mão cortinas de seda o vento entra sem pedir licença Paulo L...
Mario Quintana (Estatística)
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ESTATÍSTICA As crianças, sem um tiro aliás, e isso é que tornava o caso ainda mais espantoso, morriam mais do que índios nos fi...
6.2.11
Dante Medina (Em casa viajando)
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ESTANDO EN CASA DE VIAJE Todo viaje, me dijo Amy en la cama después de hacer el amor, tiene un fin. ¿ Y el fin de nuestro viaj...
5.2.11
Manuel de Freitas (Benilde, sentada)
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BENILDE, SENTADA Benilde, nessa tarde, tinha dores e estava viva, se me desculparem o truísmo. Abandonara o balcão, por uma vez...
Miriam Reyes (Só o frio respira na sala)
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Sólo el frío respira en la sala. Tu cuerpo es ahora una imagen que adoramos. Frente a él nos persignamos bajamos la cabeza rezamos ...
4.2.11
Manuel António Pina (Junto à água)
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JUNTO À ÁGUA Os homens temem as longas viagens, os ladrões da estrada, as hospedarias, e temem morrer em frios leitos e ter sep...
3.2.11
Juan Luis Panero (Notícia da morte num jornal)
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NOTICIA DE LA MUERTE EN UN PERIÓDICO (Ernest Hemingway) El viejo cazador cantaba una canción alegre - recuer...
Manoel de Barros (De passarinhos)
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DE PASSARINHOS Para compor um tratado de passarinhos É preciso por primeiro que haja um rio com árvores e palmeiras nas margens....
2.2.11
José Tolentino Mendonça (A infância de Herberto Helder)
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A INFÂNCIA DE HERBERTO HELDER No princípio era a ilha embora se diga o Espírito de Deus abraçava as águas Nesse tempo esten...
Miguel Hernández (Eu não quero mais luz)
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Yo no quiero más luz que tu cuerpo ante el mío: claridad absoluta, transparencia redonda, limpidez cuya entraña, como el fondo del ...
1.2.11
José Régio (Cântico negro)
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CÂNTICO NEGRO "Vem por aqui" - dizem-me alguns com olhos doces, Estendendo-me os braços, e seguros De que seria bom se ...
José Gomes Ferreira (Que temos nós com a primavera?)
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Que temos nós com a primavera? Não nos sai dos olhos nem da boca, mas da terra que não é nossa. Primavera para quê? Malmequer...
31.1.11
Miguel d'Ors (Contraste)
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CONTRASTE Ellos que viven bajo los focos clamorosos del éxito y poseen suaves descapotables y piscinas de plácido turquesa con ...
José Carlos Barros (A neve nas Alturas)
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A NEVE NAS ALTURAS Sabemos que uma coisa não existe senão no modo como a olhamos. A água benta é apenas um bom exemplo: o Homem...
30.1.11
José Agostinho Baptista (Perdi-me por amor)
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PERDI-ME POR AMOR Perdi-me por amor, fui aquele que procurava a casa do coração e a luz, mas agora, prisioneiro da bruma, junto...
29.1.11
Ver (64)
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[ Chlepsidrae ] .
Guerra Junqueiro (Regresso ao lar)
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REGRESSO AO LAR Ai, há quantos anos que eu parti chorando Deste meu saudoso, carinhoso lar!... Foi há vinte?...há trinta? Nem eu...
28.1.11
María Sanz (E não vais ser tu)
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Y NO VAS A SER TÚ Te has inventado un hombre que no existe, ese hombre que sólo reconoces lejos de la barbarie, inmune a lo med...
Sophia de Mello Breyner Andresen (Eu me perdi)
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Eu me perdi na sordidez de um mundo Onde era preciso ser Polícia, agiota, fariseu Ou cocote Eu me perdi na sordidez do mundo Eu ...
27.1.11
Um verso (87)
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Um verso de Torga (S. Leonardo da Galafura): À proa de um navio de penedos Miguel Torga .
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