Rua das Pretas

Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)

1.2.10

Carlos Drummond de Andrade (José)

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JOSÉ E agora, José? A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou, e agora, José? e agora, Você? Você que é se...

Ruy Cinatti (Proclamação)

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PROCLAMAÇÃO A natureza não desce a contratos. Nem a vida se mede pela razão. A vida é toda mistério. Quem largamente se deu ...
31.1.10

Ana Merino (Trauma)

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TRAUMA Casi no recuerdas el rastro de su cuerpo y sin embargo te pesan sus palabras como el eco de un alud que se aproxima. ...

Olhar (67)

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Talasnal (Serra da Lousã) 31 Jan 2010 .

Alberto Nessi (A Vita)

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A VITA Talvez seja só um ballet perante alguém que nos olha com afecto, a vida. Um passo de dança antes de anoitecer, como o qu...
30.1.10

Adolfo Casais Monteiro (Aurora)

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AURORA A poesia não é voz - é uma inflexão. Dizer, diz tudo a prosa. No verso nada se acrescenta a nada, somente um jeito impal...
29.1.10

Rubén Bonifaz Nuño (À tua porta chamei)

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A TU PUERTA LLAMÉ, NO ESTABAS... A tu puerta llamé. No estabas. Aspas de viaje te arrancaron. ¿Quién volverá cuando regreses? V...
28.1.10

Adélia Prado (A rosa mística)

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A ROSA MÍSTICA A primeira vez que tive a consciência de uma forma, disse à minha mãe: dona Armanda tem na cozinha dela uma cest...

Adília Lopes (Prémio)

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PRÉMIO Em 72 recebi o prémio literário dos pensos rápidos Band-Aid o prémio foi uma bicicleta às vezes penso que me deram u...
27.1.10

Zoé Valdés (Castidade, castidade)

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CASTIDAD, CASTIDAD Yo nunca fui casta regodearnos con el sexo es una hipocresía riquísima no lo niego pero yo nunca pude ser hi...

A.M.Pires Cabral (Confesso que voei)

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CONFESSO QUE VOEI Mas, se nestas seis décadas e meia eu fui capaz de algum voo – concedo, semelhante ao das galinhas, isto é, ...
26.1.10

Olhar (66)

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Gosende (Castro Daire) .

Rui Pires Cabral (Nunca se sabe)

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NUNCA SE SABE Papéis velhos com poemas: são o joio das gavetas. Relê-los causa aversão e uma espécie de tristeza arrependida – ...
25.1.10

Rosana Acquaroni (Há janelas)

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HÁ JANELAS QUE PODEM HABITAR-SE Há janelas que podem habitar-se como se habita uma cidade, durante anos. Há cenas que acend...

Um verso (71)

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Um verso de Eugénio (não falam dele, mas da Fundação): Quanto mais envelheço mais pueril é a luz     Eugénio de Andrad...

Raymond Carver (Passa-se qualquer coisa)

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PASSA-SE QUALQUER COISA COMIGO Passa-se qualquer coisa comigo a acreditar nos meus sentidos isto não é só outra distracção mi...
24.1.10

Rosalía de Castro (Adios ríos, adios fontes)

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ADIOS, RÍOS, ADIOS, FONTES Adios, ríos; adios, fontes; adios, regatos pequenos; adios, vista dos meus ollos: non sei cando no...
23.1.10

João Miguel Fernandes Jorge (Não sei)

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NÃO SEI Não sei se éramos hóspedes da terra se visitantes da noite no Portugal de Salazar. As tascas vendiam o negro vinho, of...

Renata Correia Botelho (Falhámos tudo)

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falhámos tudo: entregámos os livros ao sepulcro das estantes, ao amor demos um colo de horas certas, deixámos de abrir janelas p...
22.1.10

Roque Dalton (E contudo, amor)

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Y SIN EMBARGO, AMOR Y sin embargo, amor, a través de las lágrimas, yo sabía que al fin iba a quedarme desnudo en la ribera de ...
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