Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)
1.12.09
Adélia Prado (Dona doida)
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DONA DOIDA Uma vez, quando eu era menina, choveu grosso com trovoadas e clarões, exatamente como chove agora. Quando se pôd...
29.11.09
Luis Antonio de Villena (Arte de viver)
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UN ARTE DE VIDA Vivir sin hacer nada. Cuidar lo que no importa, tu corbata de tarde, la carta que le escribes a un amigo, la...
Joaquim Namorado (Mania das grandezas)
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MANIA DAS GRANDEZAS Pois bem, co...
Pedro Salinas (Se me chamasses)
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SI ME LLAMARAS ¡Si me llamaras, sí, si me llamaras! Lo dejaría todo, todo lo tiraría: los precios, los catálogos, el azu...
Pedro Mexia (Pó)
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PÓ Nas estantes os livros ficam (até se dispersarem ou desfazerem) enquanto tudo passa. O pó acumula-se e depois de limpo t...
27.11.09
Antonio Machado (Adeus, campos de Sória)
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ADEUS, CAMPOS DE SÓRIA Adeus, campos de Sória onde até as pedras sonham, cerros do altiplano, e montes de cinza e violeta ....
Cesare Pavese (Virá a morte)
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VERRÀ LA MORTE E AVRÀ I TUOI OCCHI Verrà la morte e avrà i tuoi occhi- questa morte che ci accompagna dal mattino alla sera, ...
26.11.09
Daniel Jonas (Provavelmente noutro tempo)
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PROVAVELMENTE NOUTRO TEMPO Provavelmente noutro tempo, noutras circunstâncias chegaríamos a iguais resultados pelo que te não adianta imagin...
25.11.09
Eduardo Lizalde (Bom dia, mundo)
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BUENOS DÍAS, MUNDO Buenos días, mundo. Me alegra verte afuera al despertar. Celebro que no hayas -la ocasión la pintan calva- aprovechado el...
António de Almeida Mattos (Fossem de água os braços)
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Fossem de água os braços um rio de afagar-te António de Almeida Mattos
24.11.09
Enrique Vila-Matas (Quarenta anos de luz)
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(Quarenta anos de luz...) Á saída do edifício, em plena rue de Rennes, ela entregou-me o papel e disse-me algo que não entendi absolutament...
Olhar (62)
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. . Caravançará . . Konya (Turquia) . .
23.11.09
Adolfo Casais Monteiro (Vem vento, varre)
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VEM VENTO, VARRE Vem vento, varre sonhos e mortos. Vem vento, varre medos e culpas. Quer seja dia, quer faça treva, varre sem pena, leva adi...
Celso Emilio Ferreiro (O reino)
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O REINO No tempo aquil cando os animales falaban, decir libertá non era triste, decir verdá era coma un río, decir amor, decir amigo, era ig...
21.11.09
Nuno Júdice (Confissão)
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CONFISSÃO De um e outro lado do que sou, da luz e da obscuridade, do ouro e do pó, ouço pedirem-me que escolha; e deixe para trás a inquieta...
Ver (32)
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[ Fernando Almeida ]
Manuel Moya / Violeta (De passagem)
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DE PASO Una copa de vez en cuando y ropa limpia aunque no flama. Un parchís y diez o quince libros, mejor si son robados. Un chorbo guapo qu...
19.11.09
António Ramos Rosa (Sem segredo algum)
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SEM SEGREDO ALGUM Rodeio-te de nomes, água, fogo, sombra, vagueio dentro das tuas formas nebulosas. Como um ladrão aproximo-me entre palavra...
Gonçalo M. Tavares (Amar é ver diferente)
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Amar é ver diferente. Depois fica-se cego. Mas primeiro é ver diferente. GONÇALO M. TAVARES Investigações. Novalis Difel, 2002
Eliseo Diego (Não é mais)
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NO ES MAS Un poema no es más que una conversación en la penumbra del horno viejo, cuando ya todos se han ido, y cruje afuera el hondo bosque...
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