Rua das Pretas

Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)

3.8.09

Eloy Sánchez Rosillo (Primeiro amor))

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PRIMEIRO AMOR Abro a varanda e olho. Nas varandas da casa em frente o sol de Junho brinca com as sardinheiras. Acena-me de lá uma rapariga: ...

Mário de Sá Carneiro (Cinco horas)

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CINCO HORAS Minha mesa no Café, Quero-lhe tanto... A garrida Toda de pedra brunida Que linda e fresca é! Um sifão verde no meio E, ao seu la...
25.7.09

Eduardo Lizalde (Amor)

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AMOR La regla es ésta: dar lo absolutamente imprescindible, obtener lo más, nunca bajar la guardia, meter el jab a ti...
23.7.09

Ver (25)

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Salvador, BA (Brasil)
22.7.09

Pedro Salinas (Perdoa-me por ir assim)

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PERDÓNAME POR IR ASÍ BUSCÁNDOTE... Perdóname por ir así buscándote tan torpemente, dentro de ti. Perdóname el dolor alguna vez. Es que quier...

Mário-Henrique Leiria (História exemplar)

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HISTÓRIA EXEMPLAR Entrei. - Tire o chapéu – disse o Senhor Director. Tirei o chapéu. - Sente-se – determinou o Senhor Director. Sentei-me. -...
20.7.09

Ver (24)

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[ Paulo Medeiros ]

Ferreira Gullar (Dois e dois, quatro)

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DOIS E DOIS: QUATRO Como dois e dois são quatro sei que a vida vale a pena embora o pão seja caro e a liberdade pequena Como teus olhos são...

Gonçalo M. Tavares (Pintura)

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PINTURA O arco-íris cai não interferindo nas cores do quadro. O pintor agradece. O peixe lento que o pintor trouxe ao mundo tem cores despro...
17.7.09

Luis Cernuda (Contigo)

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CONTIGO ¿Mi tierra? Mi tierra eres tú. ¿Mi gente? Mi gente eres tú. El destierro y la muerte para mi están adonde no...

Ana Paula Inácio (Deixa o tempo)

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DEIXA O TEMPO deixa o tempo fazer o resto fechar janelas aplacar os barcos recolher os víveres semear a sorte acender o fogo esperar a ceia ...

Charles Baudelaire (Embriagai-vos)

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(Embriagai-vos...) É preciso estar sempre bêbado. Tudo bate aí: eis a questão. Para não sentirdes o horrível fardo do tempo que vos esmaga o...
15.7.09

Olhar (53)

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Ria de Aveiro (Canal de Mira) .

Camilo Castelo Branco (O cego de Landim+Vocab.)

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(Ressumbrava-lhe no semblante...)  Foi há treze anos, em uma tarde calmosa de Agosto, neste mesmo escritório, e naquele canapé, que ...

Casimiro de Brito (O aforismo)

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O aforismo é um quase silêncio; uma pegada de gaivota na areia da manhã. CASIMIRO DE BRITO Da frágil sabedoria (2001) .
14.7.09

José Carlos Ary dos Santos (Na mesa do Santo Ofício)

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NA MESA DO SANTO OFÍCIO Tu lhes dirás, meu amor, que nós não existimos. Que nascemos da noite, das árvores, das nuvens. Que viemos, amámos, ...
13.7.09

Octavio Paz (As palavras)

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LAS PALABRAS Dales la vuelta, cógelas del rabo (chillen, putas), azótalas, dales azúcar en la boca a las re...
11.7.09

Manuel António Pina (O jardim das oliveiras)

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O JARDIM DAS OLIVEIRAS Se procuro o teu rosto no meio do ruído das vozes quem procura o teu rosto? Quem fala obscuramente em qualquer sítio ...

Mário Quintana (Preparativos para a viagem)

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PREPARATIVOS PARA A VIAGEM Uns vão de guarda-chuva e galochas, outros arrastam um baú de guardados… Inúteis precauções! Mas, se levares apen...

Um verso (57)

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Um verso de Pablo Garcia O tempo cobre as coisas de uma espessa capa de normalidade Pablo García Casado
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