Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)
27.2.09
Um verso (50)
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Um verso de Baz Luhrmann Não vos torneis levianos com o coração dos outros, nem aceiteis que o sejam com o vosso . .
A.M.Pires Cabral (Computador no lixo)
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COMPUTADOR NO LIXO Eis um computador no lixo. E todavia o crânio de lata teve memória dentro – gigabytes dela! – fez as quatro operações, ac...
25.2.09
Ver (14)
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. "Um dia esplendoroso para caminhar. "E o mesmo devem ter pensado aqueles com quem nos cruzámos na volta às cumeeiras das Sete ...
Joaquim Namorado (A vaca sagrada)
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A VACA SAGRADA Vender a vaca, não! Estoirar a família, enforcar o cão… Um filho faz-se e uma vaca… não. Joaquim Namorado .
23.2.09
Gabriel Celaya (Debo ser algo tonto)
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DEBO SER ALGO TONTO Debo ser algo tonto porque a veces me ocurre que me pongo a hablar solo, y digo cosas locas, digo nombres bonitos de muc...
Vitorino Nemésio (Caçadores)
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(Caçadores…) Conhecia-se o tempo bom pelo madrugar das matilhas e pelo bater da bota cardada rente às bermas da estrada. Um cheirinho a coir...
Fernando Pessoa (Cai chuva do céu cinzento)
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CAI CHUVA DO CÉU CINZENTO Cai chuva do céu cinzento Que não tem razão de ser. Até o meu pensamento Tem chuva nele a escorrer. Tenho uma gran...
21.2.09
Olhar (44)
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. A caminho de Cinfães . . ( Na senda do Bestança ...) . .
Bertolt Brecht (O vosso tanque, General)
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............. ........ ........ (O vosso tanque, General) O vosso tanque, General, é um carro forte Derruba uma floresta esmaga cem Homens...
19.2.09
León Felipe (Colofón)
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COLOFÓN Luz... Cuando mis lágrimas te alcancen la función de mis ojos ya no será llorar, sino ...
António Ramos Rosa (As palavras)
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AS PALAVRAS Fluem as palavras? Sobre um solo fugidio e alto. Um simulacro? Fluem as palavras como um óleo de sombra? ...
17.2.09
Gonçalo M. Tavares (O adultério)
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O ADULTÉRIO A mulher hesita entre o adultério e uma conversa. Percebo: na mesa fala baixo e sorri muito para um homem que não é o seu marido...
Federico Díaz-Granados (Alguém tens de amar)
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A ALGUIEN DEBES AMAR A alguien debes amar: al montón de ruinas que te rodean a las sirenas que anuncian la guerra a las parentelas que te na...
16.2.09
Um verso (49)
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Um verso de Mário Dionísio : Direis que não é poesia. E a mim que importa? . .
Konstandinos Kavafis (Para ficar)
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PARA FICAR Devia ser uma hora da noite ou uma e meia. A um canto da taberna, atrás da divisória de madeira. Só nós ainda na deserta sala que...
14.2.09
Ver (13)
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. [ Paulo Medeiros ] . . .
Ana Paula Inácio (Queria que me acompanhasses)
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QUERIA QUE ME ACOMPANHASSES Queria que me acompanhasses vida fora como uma vela que me descobrisse o mundo mas situo-me no lado incerto onde...
12.2.09
Manuel António Pina (Amor como em casa)
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AMOR COMO EM CASA Regresso devagar ao teu sorriso como quem volta a casa. Faço de conta que não é nada comigo. Distraí...
Juan Gelman (Claro que morrerei)
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. . CLARO QUE MORIRÉ claro que moriré y me llevarán en huesos o cenizas y que dirán palabras y cenizas y yo habré muerto totalmente...
10.2.09
Eugénio de Andrade (Pequena elegia de Setembro)
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PEQUENA ELEGIA DE SETEMBRO Não sei como vieste, mas deve haver um caminho para regressar da morte. Estás sentada no jardim, as m...
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