Rua das Pretas

Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)

29.9.08

Maria do Rosário Pedreira (Quando eu morrer)

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QUANDO EU MORRER Quando eu morrer, não digas a ninguém que foi por ti. Cobre o meu corpo frio com um desses lençóis qu...

Andrés Eloy Blanco (Cuántas estrellas tiene el cielo?)

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CUÁNTAS ESTRELLAS TIENE EL CIELO? La última noche que pasamos juntos, lo preguntó: -Cuántas estrellas tiene el cielo? -Trescientas cincuenta...
26.9.08

Raul Brandão (Foram os pobres)

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(Foram os pobres…) E é da gente ignorada que levo as maiores impressões da existência. Foram os pobres que me obrigaram a pensar - foi a sér...

Pedro Mexia (Paráfrase)

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PARÁFRASE Este poema começa por te comparar com as constelações, com os seus nomes mágicos e desenhos preciso...
23.9.08

Olhar (33)

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. . . Paredes de Coura . . - Um dia (fim) e outro (princípio) . . .

Um verso (46)

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Um verso do Assis (ele há tantos): A solidão é uma espinha insidiosamente alojada na garganta. Fernando Assis Pacheco . . .
21.9.08

André Gide (Para adorar o que queimei)

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Livros-1 (L.A.Cuenca) Livros-2 (E.Andrade) Livros-3 (M.Quintana) Livros-4 (A.Gide) PARA ADORAR O QUE QUEIMEI Há livros que lemos sentados...

Ver (3)

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Primeira: Pico v. Faial (Açores) . .

Juan Luis Panero (Pierre Drieu La Rochelle)

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PIERRE DRIEU LA ROCHELLE (*) DIVAGA FRENTE A SU MUERTE Al final pienso que tenía razón —todo el absurdo tinglado ...
18.9.08

Miguel Torga (A um negrilho)

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A UM NEGRILHO Na terra onde nasci há um só poeta Os meus versos são folhas dos seus ramos. Quando chego de longe e conversamos, É ele que me...
15.9.08

Ferreira Gullar (Barulho)

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BARULHO Todo poema é feito de ar apenas: a mão do poeta não rasga a madeira não fere o metal a pedra não ting...
10.9.08

António Ramos Rosa (De súbito dentro)

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DE SÚBITO DENTRO De súbito entrei. Era uma música de um barco imóvel no encanto de ser toda a atmosfera, no descanso da mais íntima sombra a...
8.9.08

Raul Brandão (Morria de remorsos)

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(Morria de remorsos…) Uma, duas, três vezes a Natureza me salvou. Da última apelei para ela num desespero. Não só a vinha que plantei me pag...

Antonio Machado (Todo amor é fantasia)

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Todo o amor é fantasia - ele inventa o ano, o dia, a hora e a melodia; inventa o amante e, mais, a amada. Não prova nada, contra o amor, que...
5.9.08

Olhar (32)

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. . . Doiro (by Nokia) . . .

Mário Quintana (Invitation au voyage)

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Livros-1 (L.A.Cuenca) Livros-2 (E.Andrade) Livros-3 (M.Quintana) INVITATION AU VOYAGE Se cada um de vós, ó vós outros da televisão - vós q...
3.9.08

Mário-Henrique Leiria (A família)

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A FAMÍLIA Vamos à pesca disse o pai para os três filhos vamos à pesca do esturjão nada melhor do que pescar para conservar a união familiar ...
1.9.08

Álvaro Mutis (Amen)

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AMÉN Que te acoja la muerte con todos tus sueños intactos. Al retorno de una furiosa adolescencia, al comienzo de ...

Alberto Pimenta (Balada do f.p.-2)

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BALADA DO FILHO DA PUTA – 2 II o grande filho-da-puta também em certos casos começa por ser um pequeno filho-da-puta, e não há filho-da-puta...
30.8.08

Ver (2)

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