Rua das Pretas

Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)

27.2.08

Olhar (17)

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Albergaria da Serra (Freita) .

Ruy Belo (O Portugal futuro)

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(Foto) O PORTUGAL FUTURO o portugal futuro é um país aonde o puro pássaro é possível e sobre o leito negro do asfalt...
25.2.08

Eugénio de Andrade (O sal da língua)

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O SAL DA LÍNGUA . . . Escuta, escuta: tenho ainda uma coisa a dizer. Não é importante, eu sei, não vai salvar o...
24.2.08

Jaime Sabines (Algo sobre a morte do velho Sabines)

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(Algo sobre a morte do velho Sabines…) PRIMERA PARTE I Déjame reposar, aflojar los músculos del corazón y poner a dorm...
21.2.08

W. B. Yeats (Se eu tivesse)

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SE EU TIVESSE... Se eu tivesse as sedas bordadas do céu, com bainhas de luz de ouro e de prata, as sedas azuis e sombrias e esc...
19.2.08

José Emílio Pacheco (Miseria de la poesía)

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MISERIA DE LA POESÍA Me pregunto qué puedo hacer contigo Ahora que han pasado tantos años, Cayeron los imperios, La ...

Miguel Torga (Dormiam como lages)

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No retalho da encosta vindimada o luar avolumava a tristeza das videiras sem uvas. As vides erguiam para o céu as varas vazias, desfolhadas,...
17.2.08

Mário Cesariny (Discurso - XVII)

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DISCURSO SOBRE A REABILITAÇÃO DO REAL QUOTIDIANO (xvii) eu em 1951 apanhando (discretamente) uma beata (valiosa) num café da baixa por ser i...
13.2.08

Um verso (41)

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. . . . Um verso de J.L. Panero (filho de Panero, irmão de Panero): Resgatando palavras, pequenas ilhas de lucidez ou ternura. Juan Luis Pan...

Olhar (16)

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Ceci n'est pas un chien... .
11.2.08

Adília Lopes (Meteorológica)

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METEOROLÓGICA . . . . para o José Bernardino . . . Deus não me deu um namorado deu-me o martírio branco de não o ter . . . Vi namorados poss...

Julio Cortázar (A un general)

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A UN GENERAL Región de manos sucias de pinceles sin pelo de niños boca abajo de cepillos de dientes Zona donde la rata se ennoblece y hay b...
8.2.08

Alberto Pimenta (Fastos III)

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FASTOS III artur hipólito morreu com 62 an os, 20 anos após ter feito 42, mas na altura quem diria? heitor fr...
4.2.08

António Osório (Fala o arrumador de automóveis)

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FALA O ARRUMADOR DE AUTOMÓVEIS Assustado com a miséria e estes anos, pouco espero de Deus e dos homens. Não mendigo, olho de soslaio, adivin...

Miguel Torga (Sagres)

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Sagres é hoje um ímpeto parado, a seta indicadora dum rumo perdido, real e simbolicamente. Lugar dum sentido histórico perpetuado pela fatal...
1.2.08

Olhar (15)

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Gondramaz - Serra da Lousã . . (que é em M.Corvo)

Jaime Sabines (He aqui que tú estás sola)

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. . He aquí que tú estás sola y que estoy solo. Haces tus cosas diariamente y piensas y yo pienso y recuerdo y estoy solo. A la misma hora n...
29.1.08

Albano Martins (Como um livro)

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COMO UM LIVRO Folheei o teu corpo como um livro à procura da tua alma: encontrei-a no índice. Albano Martins ...
27.1.08

Hilda Hilst (Não me procures ali)

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Não me procures ali onde os vivos visitam os chamados mortos. Procura-me dentro das grandes águas nas praças num fogo coraç...
24.1.08

Miguel Torga (Algarve)

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O Algarve, para mim, é sempre um dia de férias na pátria. Dentro dele nunca me considero obrigado a nenhum civismo, a nenhuma congeminação t...
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