Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)
27.11.07
Miguel Torga (Ribatejo)
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O Ribatejo deve ser visto das Portas do Sol de Santarém, num dia de cheia, ou das bancadas duma praça de toiros, numa tarde de verão. Num di...
20.11.07
Jaime Sabines (No es que muera de amor)
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NO ES QUE MUERA DE AMOR, MUERO DE TI. Muero de ti, amor, de amor de ti, de urgencia mía de mi piel de ti, de mi alma de ti ...
14.11.07
Pedro Mexia (A flecha envenenada)
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. . . . A FLECHA ENVENENADA (relato budista) A memória é como o homem atingido pela flecha envenenada: antes que curem a ferida ele pergunt...
5.11.07
Olhar (12)
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Anjos (Santa Maria)
30.10.07
Juan Luis Panero (A la mañana siguiente)
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A LA MAÑANA SIGUIENTE CESARE PAVESE NO PIDIÓ EL DESAYUNO Solo bajó del tren, atravesó solo la ciudad desierta, solo entró en el h...
25.10.07
Um verso (39)
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. . . . Um verso do Assis (compridito, já disse?…): Porque eu amo-te, isto é, dou cabo da escuridão do mundo. Fernando Assis Pacheco .
Herberto Hélder (A carta da paixão)
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. . A CARTA DA PAIXÃO Esta mão que escreve a ardente melancolia da idade é a mesma que se move entre as nascentes da cabeça, que à image...
16.10.07
António Osório (A raiz afectuosa)
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A RAIZ AFECTUOSA Com os anos a pouco e pouco a raiz afectuosa penetrou no fundo da terra até chegar ao mais pequeno e mais antigo veio de lá...
Miguel Torga (As videiras choram de frio)
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Doiro, rio e região, é certamente a realidade mais séria que temos. Nenhum outro caudal nosso corre em leito mais duro, encontra obstáculos ...
9.10.07
Jaime Sabines (Ainda a morte da mãe)
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(Ainda a morte da mãe…) XVII Lloverás en el tiempo de lluvia, harás calor en el verano, harás frío en el atardecer. Volverás...
2.10.07
Olhar (11)
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. Gosende (Montemuro) . .
Adélia Prado (A boa morte)
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A BOA MORTE Dona Dirce chorava a morte da filha e com sincera dor o fazia, estendendo a mão em direção ao café que a irmã da mor...
27.9.07
Luis Alberto de Cuenca (Bebe-a)
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BÉBETELA Dile cosas bonitas a tu novia: «Tienes un cuerpo de reloj de arena y un alma de película de Hawks». Dísel...
Um verso (38)
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Um verso de Mário Quintana (perfilar, Porto Alegre): Quem faz um poema abre uma janela .
25.9.07
Miguel Torga (Sol engarrafado)
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Nas margens de um rio de oiro, crucificado entre o calor do céu que de cima o bebe e a sede do leito que de baixo o seca, erguem-se os muros...
30.8.07
Pedro Mexia (In memoriam)
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IN MEMORIAM Em memória de quem os versos? Dos outros seria cristão mas mentira, de si mesmo era esforço demais para motivo assim pouco, memó...
27.8.07
Mário Cesariny (Todos por um)
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TODOS POR UM A manhã está tão triste que os poetas românticos de Lisboa morreram todos com certeza Santos Mártires e Heróis Que mau tempo es...
24.8.07
Konstandinos Kavafis (Quanto puderes)
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QUANTO PUDERES Mesmo que não possas fazer a vida como a queres, isto ao menos tenta quanto puderes: não a desbarates nos muitos contactos do...
22.8.07
Eugénio de Andrade (Arte dos versos)
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. . . . . ARTE DOS VERSOS Toda a ciência está aqui, na maneira como esta mulher dos arredores de Cantão, ou dos campos de Alpedr...
17.8.07
Olhar (10)
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. Vila Nova de Cerveira (Rio Minho) .
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