Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)
30.10.07
Juan Luis Panero (A la mañana siguiente)
›
A LA MAÑANA SIGUIENTE CESARE PAVESE NO PIDIÓ EL DESAYUNO Solo bajó del tren, atravesó solo la ciudad desierta, solo entró en el h...
25.10.07
Um verso (39)
›
. . . . Um verso do Assis (compridito, já disse?…): Porque eu amo-te, isto é, dou cabo da escuridão do mundo. Fernando Assis Pacheco .
Herberto Hélder (A carta da paixão)
›
. . A CARTA DA PAIXÃO Esta mão que escreve a ardente melancolia da idade é a mesma que se move entre as nascentes da cabeça, que à image...
16.10.07
António Osório (A raiz afectuosa)
›
A RAIZ AFECTUOSA Com os anos a pouco e pouco a raiz afectuosa penetrou no fundo da terra até chegar ao mais pequeno e mais antigo veio de lá...
Miguel Torga (As videiras choram de frio)
›
Doiro, rio e região, é certamente a realidade mais séria que temos. Nenhum outro caudal nosso corre em leito mais duro, encontra obstáculos ...
9.10.07
Jaime Sabines (Ainda a morte da mãe)
›
(Ainda a morte da mãe…) XVII Lloverás en el tiempo de lluvia, harás calor en el verano, harás frío en el atardecer. Volverás...
2.10.07
Olhar (11)
›
. Gosende (Montemuro) . .
Adélia Prado (A boa morte)
›
A BOA MORTE Dona Dirce chorava a morte da filha e com sincera dor o fazia, estendendo a mão em direção ao café que a irmã da mor...
27.9.07
Luis Alberto de Cuenca (Bebe-a)
›
BÉBETELA Dile cosas bonitas a tu novia: «Tienes un cuerpo de reloj de arena y un alma de película de Hawks». Dísel...
Um verso (38)
›
Um verso de Mário Quintana (perfilar, Porto Alegre): Quem faz um poema abre uma janela .
25.9.07
Miguel Torga (Sol engarrafado)
›
Nas margens de um rio de oiro, crucificado entre o calor do céu que de cima o bebe e a sede do leito que de baixo o seca, erguem-se os muros...
30.8.07
Pedro Mexia (In memoriam)
›
IN MEMORIAM Em memória de quem os versos? Dos outros seria cristão mas mentira, de si mesmo era esforço demais para motivo assim pouco, memó...
27.8.07
Mário Cesariny (Todos por um)
›
TODOS POR UM A manhã está tão triste que os poetas românticos de Lisboa morreram todos com certeza Santos Mártires e Heróis Que mau tempo es...
24.8.07
Konstandinos Kavafis (Quanto puderes)
›
QUANTO PUDERES Mesmo que não possas fazer a vida como a queres, isto ao menos tenta quanto puderes: não a desbarates nos muitos contactos do...
22.8.07
Eugénio de Andrade (Arte dos versos)
›
. . . . . ARTE DOS VERSOS Toda a ciência está aqui, na maneira como esta mulher dos arredores de Cantão, ou dos campos de Alpedr...
17.8.07
Olhar (10)
›
. Vila Nova de Cerveira (Rio Minho) .
Jaime Sabines (De repente)
›
. . . . . (A morte da mãe...) VII De repente, qué pocas palabras quedan: amor y muerte. Pájaros quemados aletean en las entrañas...
15.8.07
Casimiro de Brito (Do poema)
›
DO POEMA O problema não é meter o mundo no poema; alimentá-lo de luz, planetas, vegetação. Nem tão pouco enriquecê-lo, ornament...
12.8.07
Maria Teresa Horta (Morrer de amor)
›
( Graça Sarsfield ) Morrer de amor ao pé da tua boca Desfalecer à pele do sorriso Sufocar de prazer com o teu co...
8.8.07
Miguel Torga (Sol a pino)
›
(Sol a pino...) O sol, a pino, lambia os bagos de alvaralhão, besuntava-se de melaço, escorria em calda pelas cepas abaixo. As lajes de xist...
‹
›
Página inicial
Ver a versão da Web