Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)
27.2.07
Um verso (30)
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Um verso de Sabines (e com este vão dois): “Não me ponhas o amor nas mãos como um pássaro morto”. .
23.2.07
Yannis Ritsos (Explicação necessária)
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Punta del Este Uruguay (Foto: Milka) EXPLICAÇÃO NECESSÁRIA Há certos versos - às vezes poemas inteiros - que eu próprio não sei...
Manuel Bandeira (Irene no céu)
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IRENE NO CÉU Irene preta Irene boa Irene sempre de bom humor. Imagino Irene entrando no céu: Licença, meu branco! E São Pedro bonachão: Ent...
Jorge de Aguiar (Contra as molheres)
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CONTRA AS MOLHERES Esforça-te meu coraçom, não te mates, se quiseres, lembra-te que sam molheres. Lembra-te qu’é por naçe...
21.2.07
Paul Valéry (Verso e prosa)
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Não há que pôr em verso ideias que a prosa suporte. . . . . Paul Valéry . .
Al Berto (Uma paixão)
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UMA PAIXÃO Visita-me enquanto não envelheço toma estas palavras cheias de medo e surpreende-me com teu rosto de Modigliani suicidado tenho u...
16.2.07
Edgar Morin (A verdade na alteridade)
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Nesse momento, projectamos sobre outrem essa necessidade de amor, fixamo-la, endurecemo-la e ignoramos o outro que se tornou na nossa imagem...
12.2.07
Aquilino Ribeiro (O dia começa)
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(O dia começa…) Emborcado sobre o mundo, o céu reluzia como uma redoma. Desvendam-se hortas e quintais. Pelos oiteiros, os vagal...
Jorge de Sena (Poema manuscrito)
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POEMA MANUSCRITO NAS FOLHAS BRANCAS DE UM LIVRO E LÁ ESQUECIDO Não teimes, não insistas, não repitas, mas vive como quem, teimando, insiste,...
Mario Benedetti (Sindrome)
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SÍNDROME Todavía tengo casi todos mis dientes casi todos mis cabellos y poquísimas canas puedo hacer y deshacer el amor trepar una escalera ...
8.2.07
Jaime Sabines (Sombra...)
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SOMBRA, NO SÉ, LA SOMBRA herida que me habita, el eco. (Soy el eco del grito que sería.) Estatua de la luz hecha pedazos, desmoronada en mí;...
5.2.07
Paul Valéry (Ambíguo)
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(Ambíguo...) A ambiguidade é o domínio próprio da poesia. Todo o verso é equívoco, plurívoco - como a sua estrutura indica, som + sentido. P...
Ferreira Gullar (Meu pai)
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MEU PAI meu pai foi ao Rio se tratar de um câncer (que o mataria) mas perdeu os óculos na viagem quando lhe levei os óculos novos...
1.2.07
Um verso (29)
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Um verso de Al Berto ( e com este já vão três): “Amanheço dolorosamente, escrevo aquilo que posso”. .
Fernando Assis Pacheco (Rua da Rosa, Lisboa)
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RUA DA ROSA, LISBOA: O POMBO Se o galo gala o pombo pomba? este pombava ao sol das três da tarde lisboeta num passeio da...
28.1.07
Mario Benedetti (Papel mojado)
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PAPEL MOJADO Con ríos con sangre con lluvia o rocío con semen con vino con nieve con llanto los poemas suelen ser papel mojado Mario Benedet...
Aquilino Ribeiro (Uma página de memórias)
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(Uma página de memórias…) … ia às festas, às feiras e romarias com eles, bailava nos terreiros e, frequentando os serões estabulares, tomava...
23.1.07
Carlos de Oliveira (Vento)
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. VENTO . . As palavras cintilam na floresta do sono e o seu rumor de corças perseguidas ágil e esquivo como o vento fala de amor e ...
22.1.07
Mário Quintana (Livros)
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Livros não mudam o mundo, quem muda o mundo são as pessoas. Os livros só mudam as pessoas. Mário Quintan...
21.1.07
Fernando Assis Pacheco (Rascunhos e fragmentos)
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RASCUNHOS E FRAGMENTOS Abençoado seja este dia que passou comigo inteiro tomates e tudo que já sei que no geral imito menos mal...
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