Serve-se poesia aos passantes (Com guardanapo...)
27.2.06
Rosana Acquaroni (Hay ventanas)
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HAY VENTANAS QUE PUEDEN HABITARSE... Hay ventanas que pueden habitarse como se habita una ciudad, durante años. Hay escenas que en...
25.2.06
Cecília Meireles (Cântico-IV)
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CÂNTICO-IV Tu tens um medo: Acabar. Não vês que acabas todo dia. Que morres no amor. Na tristeza. Na dúvida. No desejo. Que ...
24.2.06
Um verso (6)
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Um verso de Cesário (um verso apenas): “E enfim hás-de morrer na forca dos meus braços”. Cesário Verde .
Ruy Belo (Em legítima defesa)
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EM LEGÍTIMA DEFESA Sei hoje que ninguém antes de ti morreu profundamente para mim Aos outros foi possível ocultá-los na sua ...
20.2.06
Fernando Assis Pacheco (A lebre)
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A LEBRE Para o favorito bater o seu máximo corre a lebre umas quantas voltas puxando pelo andam...
19.2.06
Mário de Sá Carneiro (Fim)
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FIM Quando eu morrer batam em latas, Rompam aos saltos e aos pinotes, Façam estalar no ar chicotes, Chamem palhaços e acrobatas!...
14.2.06
Gabriel Celaya (Conselho de morte)
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CONSEJO MORTAL Levanta tu edificio. Planta un árbol. Combate si eres joven. Y haz el amor...
Aquilino Ribeiro (O vento, que é um pincha-no-crivo)
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O vento, que é um pincha-no-crivo devasso e curioso, penetrou na camarata, bufou, deu um abanão. O estari...
13.2.06
Graça Pires (À boca das areias)
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À BOCA DAS AREIAS À boca das areias, ardem quilhas insuspeitas. Uma tempestade amotina-me o brilho do olhar. A cidade inunda-se d...
Safo (Igual aos deuses)
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Igual aos deuses me parece quem a teu lado vai sentar-se, quem saboreia a tua voz mais as delícias desse riso que me derrete o cora...
6.2.06
Fernão Lopes (Dai aquilo que vosso não é)
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Senhor , disse Álvaro Pais, fazei por esta guisa: Dai aquilo que vosso não é, e prometei o que não tendes, e perdoai a quem vos não er...
5.2.06
Safo (E já se aproxima)
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E já se aproxima, para minha alegria, com sandálias de oiro, a luz do dia… SAFO (trad. David M-F) .
Um verso (5)
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Um verso de Almada (sem ser da outra banda): “A pátria onde Camões morreu de fome e onde todos enchem a barriga de Camões”. A...
Fernão Lopes (Ó que forte cousa)
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Ó que forte cousa e mortal guerra de ver, uns Portugueses, quererem destruir os outros! e aqueles que um ventre gerou e uma terra deu c...
3.2.06
Nuno Júdice (Écloga)
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ÉCLOGA Sonhei contigo embora nenhum sonho possa ter habitantes, tu a quem chamo amor, cada ano pudesse trazer um pouco mais de con...
Aquilino Ribeiro (Caía neve, se Deus a dava)
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Sofreei o macho. Caía neve, se Deus a dava, em rala, em grandes flocos, às mancheias, assim à tola, como grão lançado a um campo por ...
1.2.06
António Ramos Rosa (Não posso adiar o coração)
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Não posso adiar o amor Não posso adiar o amor para outro século Não posso Ainda que o grito sufoque na garganta Ainda que o ódio ...
31.1.06
Fernão Lopes (Oh! que dorida coisa)
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Oh! que dorida coisa era de esguardar, ver de dia e de noite, tantos homens e mulheres vir em manadas para a cidade com os filhos nos br...
Mário-Henrique Leiria (Uma nêspera)
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Uma nêspera estava na cama deitada muito calada a ver o que acontecia chegou a Velha e disse olha uma nêspera e zás comeu-a ...
29.1.06
Rafael Alberti (Canção de amor)
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CANCIÓN DE AMOR Amor, deja que me vaya, déjame morir, amor. Tú eres el mar y la playa. Amor. Amor, déjame la vida, no dejes qu...
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